F1: FIA se recusa a intervir e agrava crise da Aston Martin com motor Honda
Decisão deixa equipe sem suporte imediato e aumenta pressão por solução técnica urgente
A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) decidiu não intervir para auxiliar a Aston Martin em meio à crise envolvendo sua unidade de potência Honda, apesar das recentes declarações de Adrian Newey e das evidências registradas pelas câmeras onboard de Fernando Alonso.
Segundo informações divulgadas pela imprensa especializada e repercutidas nas redes sociais, a federação optou por não tomar medidas imediatas em relação ao caso, deixando a equipe britânica dependente de uma análise da ADUO (instância técnica/regulatória ligada ao tema).
A situação ocorre em um momento delicado para a Aston Martin na temporada 2026. A equipe enfrenta sérios problemas de confiabilidade com o novo motor Honda, incluindo fortes vibrações que impactam diretamente o desempenho do carro e até a condição física dos pilotos.
Fernando Alonso, principal nome do time, chegou a relatar perda de sensibilidade durante corridas devido às vibrações, enquanto a equipe ainda não conseguiu pontuar nas primeiras etapas do campeonato.
Internamente, o cenário também é de instabilidade. Há movimentações envolvendo o papel de Adrian Newey, que pode deixar funções de gestão para focar na parte técnica, em meio a uma possível reestruturação da equipe.
Diante desse contexto, a decisão da FIA de não intervir amplia a pressão sobre Aston Martin e Honda, que agora precisam encontrar soluções técnicas por conta própria enquanto aguardam possíveis desdobramentos regulatórios.
Com a temporada ainda no início, o impasse pode influenciar diretamente o futuro competitivo da equipe e até o rumo da parceria com a fabricante japonesa.