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Domínio de Verstappen ameaça tradição britânica de 69 anos

F1 2023 vai ficar marcada pela quebra de recordes de Verstappen e Red Bull, mas também pode ver a quebra de uma marca da Grã-Bretanha

22 nov 2023 - 16h07
(atualizado em 25/11/2023 às 00h10)
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Max Verstappen no GP da Grã-Bretanha de 2023
Max Verstappen no GP da Grã-Bretanha de 2023
Foto: F1 / Twitter

A Grã-Bretanha tem uma tradição muito forte no automobilismo e atualmente 8 das 10 equipes da F1 são sediadas lá, apesar de apenas três delas serem 100% britânicas. A Red Bull Racing é um caso de uma das equipes que tem sede no país mas corre com outra bandeira, no caso a da Áustria, onde a Red Bull foi fundada.

A Grã-Bretanha tem uma marca impressionante na F1: nos três primeiros anos, não conquistou nenhuma vitória com pilotos ou equipes. Mas a partir de 1953, as coisas mudaram. Mike Hawthorn venceu o GP da França, o primeiro piloto britânico a conquistar esse feito.

Em 1954, Hawthorn repetiu o feito. Em 1955, Moss venceu pela primeira vez. Em 1957, a Vanwall se tornou a primeira equipe britânica a chegar ao feito e desde então, temos pelo menos uma vitória de uma equipe britânica ou piloto britânico em todas as temporadas. Simplesmente uma sequência de 69 anos (1953-2022).

Mas esse ano as coisas mudaram com o domínio acachapante da Red Bull de uma forma jamais vista na categoria. Até agora, foram 20 vitórias em 21 corridas, sendo 19 delas de Max Verstappen, perdendo apenas no GP de Singapura, onde o espanhol Carlos Sainz (Ferrari) venceu a corrida. Curiosamente, três pilotos britânicos chegaram atrás da Ferrari no final da prova.

Para que a sequência seja mantida é preciso que algum dos pilotos da Mercedes, Williams, Aston Martin e McLaren conquistem a vitória na corrida em Abu Dhabi. Caso contrário, será mais uma marca que Max Verstappen e a Red Bull terão posto abaixo em 2023.

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