Script = https://s1.trrsf.com/update-1779108912/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Fórmula Indy

Publicidade

Indy 500: Ciclo de paradas inverte a ordem e coloca Rosenqvist na liderança

A sequência de pit stops entre as voltas 148 e 151 alterou a configuração do pelotão, colocando o piloto da Meyer Shank na ponta

24 mai 2026 - 16h31
Compartilhar
Exibir comentários
Foto: John Grainda / Penske Entertainment

A ordem da 110ª edição das 500 Milhas de Indianápolis passou por nova mudança com a conclusão do ciclo de paradas dos líderes. David Malukas e Scott McLaughlin foram os primeiros a irem para o pit lane, na volta 148. Álex Palou e Conor Daly seguiram a mesma estratégia na volta 149, enquanto Scott Dixon foi o último a realizar o serviço de box, na volta 151. Após o reordenamento, o líder deste grupo, composto pelos pilotos que buscam completar a prova com mais uma parada, retornou na 16ª colocação.

A liderança efetiva da corrida passou para o grupo que optou por esticar o combustível, visando realizar apenas mais uma parada até o final das 200 voltas. Felix Rosenqvist assumiu o primeiro posto, seguido de perto por Pato O'Ward e Marcus Armstrong, que agora ocupam a dianteira do pelotão, distanciados dos principais nomes que fizeram seus pit stops anteriormente.

A disparidade entre as estratégias gera incertezas sobre o desfecho da prova no Indianapolis Motor Speedway. O grupo que realizou as paradas entre as voltas 148 e 151 conta com margem para imprimir um ritmo mais intenso de velocidade, sem a necessidade imediata de economizar combustível. Por outro lado, Rosenqvist e os demais pilotos que permanecem na pista trabalham com um mapeamento de consumo mais rigoroso, visando otimizar a autonomia de seus carros para percorrerem a distância restante.

A interação entre estes 2 blocos de estratégias ditará a dinâmica das próximas voltas. A eficácia da tática de Rosenqvist dependerá da capacidade de manter o tempo de volta competitivo com a mistura de combustível mais pobre, enquanto os perseguidores, liderados por Dixon e Palou, tentam descontar a diferença de tempo através de um desempenho mais agressivo no traçado de 2,5 milhas.

As equipes monitoram agora o desempenho dos pneus e a telemetria de consumo a cada volta. Com o pelotão espalhado pela pista e com diferentes ritmos de prova estabelecidos, a capacidade de ultrapassagem no tráfego tornou-se um parâmetro decisivo para a definição da liderança.

Parabólica
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra