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Corrida Maluca: 'Pão de Queijo Recheado' vence competição de carros sem motor em Ribeirão Preto

Sétima edição do Red Bull Ladeira Abaixo promoveu disputa entre 'pão na chapa' e 'carro do ovo'; grande vitorioso é mesmo o entretenimento

10 out 2022 - 00h15
(atualizado às 11h51)
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O domingo, 9, que consagrou o bicampeonato de Max Verstappen na Fórmula 1, não foi de corrida apenas em Suzuka, no Japão. Equipes de vários Estados do Brasil participaram da sétima edição do evento Red Bull Ladeira Abaixo, em Ribeirão Preto, em São Paulo. Com mais de 40 automóveis, a corrida parte da premissa de que qualquer coisa pode virar um carro. O freio é obrigatório, mas o motor é dispensado na competição. Carteira de habilitação não é necessária: basta coragem e criatividade.

A ladeira da avenida Wladimir Meirelles Ferreira foi transformada em um circuito cercado por palha. Pão de queijo, banheiro, praia, café, seja qual fosse o formato do carro, todos precisavam passar por curvas, rampas, barro e até espuma.

No início da corrida, nada de volta de aquecimento: as equipes tinham mesmo era que fazer uma coreografia diante de um júri que avaliava os primeiros quesitos: performance e carisma. O impulso inicial era dado pelos membros do grupo que não desciam a ladeira dentro do carro - o máximo permitido era de dois copilotos. Dali em diante, tudo podia acontecer.

A distância percorrida pela equipe também era um dos quesitos que valiam nota. Nem todos conseguiram ver a bandeira quadriculada. Algumas equipes deixaram elementos do carro no caminho - alguns pneus se perderam na ladeira - e tentaram seguir da forma que podiam, com o apoio do público presente. O carro capotou? Os gritos de "levanta, levanta!" eram suficientes para voltar aos eixos.

Os grandes vencedores da corrida foram os responsáveis pelo carro 'Pão de Queijo Recheado', de Belo Horizonte, Minas Gerais. A equipe formada por João Antunes, o irmão Ronnye, o cunhado Cirineu Borges e o amigo Marcelo Vieira não é novata na competição. Em 2011, quando a sede do Ladeira Abaixo foi a capital mineira, o grupo ficou em terceiro lugar. "Desde lá a gente tenta participar de novo e agora estamos representando a nossa iguaria máxima", disse João.

Confira nosso papo com os vencedores da prova:

O carro, desenhado por ele, tinha o formato do lanche e era rico em detalhes que homenageavam queijos de todos os tipos: os faróis representavam o queijo Canastra, os retrovisores o Cabaça, e o escapamento o Gorgonzola. Para dar um equilíbrio, o design do para-choque trazia as cores e a textura do bacon. Dentro do carro, a surpresa ficava por conta de uma cadeira amarela de ferro típica de boteco.

O pódio ficou completo com a equipe 'Juras que é Parque', de Bebedouro-SP, que garantiu o segundo lugar, e o time da 'Chiva Colombiana', de Campinas-SP.

Fora do pódio, o carro da família Fernandes, de Cajati-SP, representava o clássico das manhãs paulistanas, o pão na chapa com café pingado, garantiu o prêmio de equipe mais veloz da competição. "A gente trabalha no ramo de panificação desde a década de 70 e pensou que seria uma boa oportunidade de homenagear o setor", disse Alexandre Fernandes.

Confira como foi o evento:

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Estadão
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