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ASA

Didira salva duas vezes e coloca ASA-AL contra Palmeiras

19 mai 2015
21h27
atualizado em 20/5/2015 às 11h21
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Meia nascido em Arapiraca, Didira, 26 anos, é o capitão do ASA-AL. O jogador alagoano tem uma história e tanto para contar após a classificação de sua equipe para a terceira fase da Copa do Brasil. Didira foi fundamental na classificação sobre o Vitória, 2 a 2, no Barradão, em Salvador.

No primeiro tempo, um lance envolvendo Didira chamou muita atenção. Aos 33min, Diego Renan, lateral direito do Vitória, pegou um rebote dentro da área e bateu cruzado. A bola passou pelo goleiro Pedro Henrique, mas Didira salvou com a mão em cima da linha, impedindo que a bola entrasse no canto esquerdo. O lance era passível de pênalti e expulsão direta do jogador. 

Didira foi essencial em classificação do ASA
Didira foi essencial em classificação do ASA
Foto: Edson Ruiz/Coofiav / Gazeta Press

A intervenção salvadora do meia arapiraquense foi com o braço esquerdo. Na saída para o intervalo, Didira admitiu que a bola bateu em sua mão, mas disse também que ela bateu em sua cabeça. O árbitro Jean Pierre Gonçalves Lima (Asp.FIFA/RS) mandou o jogo seguir.

Na etapa complementar, Didira voltaria a ser decisivo para o ASA. Após ver Escudero abrir o placar para o Vitória, em cobrança de pênalti, e Rayro empatar em cobrança de falta, Didira salvou novamente os alagoanos.

Diego Renan fez falta desproporcional dentro da área em Valdanes e cometeu pênalti. Didira foi para a cobrança e mandou no canto esquerdo para vencer o goleiro Fernando, mesmo canto onde tinha praticado uma defesa e impedido um gol do adversário.

A partida ainda ganhou contornos dramáticos na reta final. O ASA-AL não suportou a pressão e sofreu o segundo gol. Mais uma vez, Escudero balançou as redes em cobrança de pênalti. O time baiano precisava de mais um gol para avançar, mas a equipe alagoana segurou até os 49min do segundo tempo e assegurou sua vaga para a terceira fase.

Didira ajudou a colocar o ASA-AL diante do Palmeiras mais uma vez, 13 anos depois da eliminação histórica na Copa do Brasil de 2002, quando o meia ainda não podia decidir como fez no Barradão.

 

Fonte: MEI João Paulo Bezerra Di Medeiros - Especial para o Terra MEI João Paulo Bezerra Di Medeiros - Especial para o Terra
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