São Paulo - O fraco público presente no Morumbi na noite desta quarta, na goleada do São Paulo por 6 a 1 em cima do Figueirense, frustrou a expectativa dos pipoqueiros do estádio. Depois do protesto de terça-feira, todos esperavam um aumento nas vendas.
“Tá meio fraco. Quase não vendi ainda”, disse Edemir Cardoso, de 29 anos, que trabalha no Morumbi há um ano e vende cerca de 150 saquinhos por jogo.
Floriano Possino dos Santos, que é são-paulino, saiu em defesa do atacante França, principal alvo do protesto de terça-feira. “Tinha que jogar no Belletti e no Wilson. No França não, ele é bola”, afirma Floriano, que já teve um freguês famoso: Kaká.
“Na época que eu trabalhava na social, o Kaká comia bastante pipoca e churros”, lembra.
Carlos Eduardo Hadad, 34 anos, engenheiro, não deixou de comprar sua pipoca, mas não para protestar. “É só para comer!”