São Paulo - A partir deste sábado, os fãs do vôlei poderão acompanhar de perto as fases decisivas da Superliga feminina.
A primeira partida da série melhor-de-três das semifinais será realizada às 16h em Curitiba, no Ginásio Tarumã, entre a equipe da casa, o Curitiba/Rexona, e o paulista Osasco/BCN, com transmissão da TV Bandeirantes.
Pela outra semifinal, o Minas/MRV enfrenta o Campos/ACF na próxima terça-feira.
Para o técnico paulista José Roberto Guimarães, os detalhes irão definir o resultado final. "É uma partida sem favorito. O adversário é um time técnico que conseguiu manter uma regularidade nos fundamentos durante toda a competição. É um grupo bem treinado que está atravessando um bom momento. Mas a nossa equipe treinou muito em função do Rexona e está bem preparada", comentou.
Dentro de quadra, o principal confronto será entre as atacantes Virna, do Osasco, e Raquel, do Curitiba.
A atleta do time paranaense é líder do ranking das maiores pontuadoras, com 292 pontos, e primeira colocada no saque, com 11,59% de eficiência. Mas Virna é uma das mais experientes atletas em atividade e promete equilibrar o jogo.
"São duas equipes semelhantes e a garra e a determinação vão determinar o vencedor. Espero que seja a nossa equipe", diz Virna.
"Agora zerou tudo. Está todo mundo com as mesmas condições. Sabemos que será uma partida bem difícil. O BCN tem grandes destaques individuais.
No último jogo, na segunda fase, quando perdemos por 3 sets a 2, já tínhamos visto o poder da equipe adversária. Elas nos marcaram muito bem", avisa Raquel.
Em relação ao local da partida, em Curitiba, o técnico Hélio Griner afirma que esse fator não tem tanta influência com times fortes:
"Jogar a primeira partida em casa e a segunda e a terceira fora, não nos assusta. São dois ginásios grandes, onde a pressão da torcida não é tão grande. O segredo é jogar bola. Quando o time adversário joga bem e impõe seu ritmo, a torcida se cala".