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Crise pode atrasar Campeonato Argentino
Quarta-feira, 09 Janeiro de 2002, 12h53

Rio - A forte crise econômica que vem abalando a Argentina não livrou a cara nem do futebol nacional. Depois de impedir que a final da Copa Mercosul, entre San Lorenzo e Flamengo, fosse realizada em Buenos Aires no mês de dezembro, a crise ameaça agora o início do Torneio Clausura, principal competição do país neste primeiro semestre. Mas diferentemente do torneio sul-americano, o Clausura não está ameaçado por causa do "estado de sítio", que já não vigora mais, e sim porque os clubes não têm dinheiro para colocar seus times em campo.

Principal jornal da Argentina, o "Clarín" ouviu os presidentes dos clubes da elite do futebol argentino e a maioria está pessimista quanto ao início do Clausura, previsto para o dia 8 de fevereiro.

O primeiro a cogitar a hipótese da competição não ser realizada foi o secretário-geral do Independiente, Andrés Ducatenzeiler. Segundo ele seu clube não tem dinheiro para colocar 11 atletas em campo na primeira rodada. A reação dele foi saudada por dirigentes de outros clubes como San Lorenzo, Boca Juniors, Nueva Chicago, Lanús e Talleres.

“Do jeito que as coisas estão poderemos até iniciar a competição, mas não acredito que vamos conseguir chegar ao fim do torneio”, afirmou Juan Guerra, presidente do Nueva Chicago.

Os dirigentes estão se reunindo com freqüência para conseguir iniciar a competição. Algumas medidas poderão ser tomadas para viabilizar o torneio. Neste cenário cresce a possibilidade dos clubes argentinos definirem a criação de um teto salarial para os jogadores. Além disso, o alto preço que os seguranças cobram para trabalhar nas partidas também é um problema. Os custos com a realização dos jogos é outra dificuldade, tanto que os clubes argentinos só estão conseguindo lucrar nos clássicos.

Mas a grande dificuldade dos clubes está no fato dos contratos com os jogadores estarem firmados em dólar. Com a desvalorização do peso em relação à moeda dos Estados Unidos os dirigentes não sabem mais como honrar seus compromissos.

A única história de clube que tenha lucrado com a crise argentina pode ser contada pelos dirigentes do Estudiantes. O clube adquiriu uma verba em dólar para a construção de seu estádio e os construtores cobraram em peso pelo projeto. Agora o clube está com dinheiro suficiente para fazer grandes investimentos.

L!Sportpress

 

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