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Herói do São Paulo quer virar “Kaka”
Sexta-feira, 09 Março de 2001, 01h50
Atualizada: Sexta-feira, 09 Março de 2001, 15h28

São Paulo – O meia Cacá, revelação do São Paulo e autor dos dois gols tricolores na final do Rio-SP, pediu para a partir de agora ter seu apelido escrito com a letra “k”. Segundo o jovem atleta, foi assim que ele começou a ser chamado nas categorias de base do clube. Os autógrafos do novo herói tricolor são assim: “Kaka – Deus é fiel”.

Raí fez história no Morumbi. Apesar de outros craques já terem vestido a camisa tricolor, ele é sempre o mais lembrado - e aclamado - pelos são-paulinos. Difícil é outro jogador ocupar o lugar vago no coração da torcida desde a despedida do meia, em julho do ano passado. A bola da vez é Kaká.

A nova revelação do Morumbi, de apenas 18 anos, foi o herói da conquista inédita do Torneiro Rio-São Paulo, autor dos dois gols na vitória por 2 a 1 sobre o Botafogo.

Tanto no estilo físico quanto técnico e tático, o assunto principal do "day after" ao título foi Raí-Kaká. “Quando o Raí começou no futebol, ele era conhecido como o irmão do Sócrates. Só depois ele ficou conhecido como Raí. Existem as comparações do Kaká com o Raí, mas ele é apenas o Kaká”, opina Oswaldo Alvarez, técnico do São Paulo, que quer proteger o jogador de uma superexposição desnecessária.

E o comandante Vadão tem razões de sobra para zelar pelo seu mais novo pupilo. Raí teve duas fases no Morumbi, de 1989 a 1993 e de 1998 a 2000, divididas por uma passagem pelo futebol francês. E sempre houve a preocupação - da diretoria, da torcida e da imprensa - de encontrar um substituto nos momentos de ausência do meia.

Palhinha, Juninho e Edu já foram candidatos, mas não conseguiram segurar a barra (veja quadro ao lado). E Kaka não teme a responsabilidade repentina, mesmo com a enorme distância estatística que o separa de Raí. Com apenas três gols em dez jogos no São Paulo, a revelação vai ter que correr muito para chegar aos 128 gols em 383 jogos do ídolo. Raí, sétimo maior artilheiro da história tricolor.

“Sei que o Raí foi o maior jogador da história do São Paulo. Ser comparado com ele é uma grande honra. Mas estou tranqüilo e sei das minhas possibilidades. A partir de agora, vou ter que trabalhar muito mais”, explica o jovem jogador.

Mesmo confirmando os elogios, os craques do passado fazem questão de ressaltar os perigos do aumento de responsabilidade sobre Kaká. Efeitos que só o futuro vai revelar por completo. “Ninguém pode falar o que vai acontecer com ele. Ninguém o conhece direito, só ele. O futuro dele pertence a ele mesmo”, diz Sócrates, conhecedor de causa no tema Raí.

Agora é esperar pela seqüência da carreira de Kaka e conferir se o trono do Morumbi muda de dono.

L!Sportpress


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