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CPI manda Ronaldo apresentar contrato com a Nike
Quinta-feira, 11 Janeiro de 2001, 00h22
Atualizada: Quinta-feira, 11 Janeiro de 2001, 13h34

Brasília - O atacante Ronaldo, da Inter de Milão, foi intimado pela CPI da CBF/Nike a apresentar, no prazo de 10 dias, cópia do contrato vitalício que mantém com a Nike. A mesma reivindicação foi feita à empresa patrocinadora. A decisão foi tomada durante seu depoimento à comissão, quarta-feira, na parte em que ele conversou reservadamente com os parlamentares.

Em caso de recusa, há dúvidas quanto a competência da comissão em enquadrar o jogador e a empresa por crime de desobediência, o que implicaria na aplicação de multas e até na pena de prisão, de 15 dias a 6 meses. A incerteza dos parlamentares se explica pelo fato de se tratar de um contrato com cláusulas de sigilo protegidas pela legislação internacional.

O presidente da CPI, Aldo Rebelo (PCdo B-SP), explicou que o documento é importante para a investigação porque resolveria de uma vez por toda a polêmica sobre a interferência ou não da Nike na escalação de Ronaldo, no jogo em que o Brasil perdeu a Copa do Mundo para a França.

O jogador disse que não houve nenhum tipo de interferência. Ele assegurou que resolveu entrar em campo porque se sentia bem “clinicamente e fisicamente", mesmo sabendo que tinha sofrido uma convulsão.

Mas não convenceu aos deputados. O relator Silvio Torres (PSDB-SP) disse que o depoimento “não levou a investigação a lugar nenhum". “Vamos continuar nossa apuração", anunciou. De acordo com deputados, o contrato vitalício estipularia o pagamento de US$ 1 milhão por ano para Ronaldo enquanto ele estiver na ativa. A Nike reduziria o valor para US$ 500 mil quando ele se aposentar.

Ronaldo afirmou que, se fosse a Nike, rescindiria o contrato de US$ 200 milhões que a empresa mantém com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pelo prazo de 10 anos. Segundo ele, a medida iria impedir que a patrocinadora continue sendo vista como suspeita nos investimentos que faz no Brasil.

Para ele, a iniciativa não representaria muito em relação aos investimentos que a Nike faz em todo o mundo. “Não me lembro de ter visto um contrato tão bom", defendeu. Pouco depois, ele caiu em contradição, ao informar que não conhece os termos desse acordo com a CBF.

O atacante também foi incoerente com outras afirmações. Ele constatou que o futebol brasileiro “está bem atrás do futebol europeu em termos de organização e profissionalismo", numa crítica aos dirigentes. Ainda assim, elogiou o presidente da CBF Ricardo Teixeira, dizendo que “ele é um grande dirigente, que está ajudando no crescimento do futebol".

Ronaldo deixou claro que não quer assumir uma posição com relação às denúncias investigadas pelas CPIs. Ele disse que nunca soube de casos concretos de passaportes falsos, nem da existência de caixa dois na venda de jogadores. Também negou ter conhecimento do esquema que resultaria na convocação de jogadores pela Seleção Brasileira para valorizar o valor do passe. O atacante do Inter alegou que, por ser tratar de “uma questão muito pessoal", não iria responder sobre os países onde faz investimentos.

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