São Paulo - O técnico Gilson Nunes, que deixou recentemente o comando da Seleção da Costa Rica, negou ontem ter votado nos jogadores Wanchope, Medford e Soto - todos costarriquenhos - no concurso que elegeu Zidane o melhor do ano, desmoralizando o que foi divulgado ontem pelo site oficial da Fifa e repercutido por diversas agências de notícias da Europa.
"As pessoas não têm um pingo de responsabilidade. Os três são bons valores, mas eu não seria maluco de votar em jogador da Costa Rica para melhor do mundo", rebateu o treinador que chegou a ser ridicularizado pelo site italiano Calciomercato. "Tenho minha consciência tranqüila de que não cometi este delírio. Alguém deve ter votado por mim."
Pela Seleção Brasileira, a Fifa divulgou que os eleitos de Émerson Leão foram Kluivert, Figo e Batistuta, respectivamente. Por meio de seu assessor de imprensa, Claudemir Gomes, Leão não desmentiu nem confirmou a informação.
"Ele disse apenas que não pôde votar em quem gostaria, no caso o Rivaldo."