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Banco nega ter feito empréstimo à CBF
Terça-feira, 05 Dezembro de 2000, 17h35
Atualizada: Terça-feira, 05 Dezembro de 2000, 17h36

Curitiba - O presidente do Banco Araucária, Alberto Dalcanale Neto, negou nesta terça-feira que a instituição tenha feito empréstimo à Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Segundo ele, o banco, com sede em Curitiba, realizou apenas uma operação de transferência internacional de cerca de R$ 4 milhões, registrada no Banco Central.

A CPI da Nike estaria aguardando informações da Polícia Federal sobre essa operação. "A CPI e o Banco Central já têm toda a documentação", afirmou Dalcanale. Os documentos foram encaminhados pelo banco no dia 21 por solicitação dos deputados. "O Banco Araucária não emprestou nada para a CBF", garantiu o presidente.

Segundo Dalcanale, o que houve foi um empréstimo da CBF, em dezembro de 1998, no Delta Nacional Bank nos Estados Unidos, que não tem agência no Brasil. Como a CBF utilizaria o dinheiro no Brasil, precisava de um banco para que o dinheiro entrasse legalmente. "Parte do internamento desse dinheiro foi feito pelo Araucária", afirmou Dalcanale.

O presidente disse que, ao ser consultado para servir de intermediário na transferência do dinheiro, pediu o contrato de empréstimo entre a CBF e o Delta Bank. Como não teria visto nenhuma irregularidade e por a CBF "ser uma entidade mais do que conhecida", ele comunicou o Banco Central sobre a operação. Quando o dinheiro chegou, novamente o Banco Central teria sido comunicado para registro. Então o dinheiro foi repassado à CBF.

Dalcanale também refutou as informações de que o banco teria sido apontado como principal envolvido no esquema de evasão de divisas por meio das contas CC-5. "Nunca foi provado nada de irregular", afirmou. O banco, que tem duas agências em Curitiba e uma em Foz do Iguaçu, foi investigado durante a CPI do Sistema Financeiro, em 99, assim como outras instituições financeiras que possuem agências na fronteira com o Paraguai e Argentina.

Levantamentos mostraram que, entre 1992 e 1998, o Araucária fez operações em torno de R$ 2,3 bilhões em remessas ao exterior. "As operações foram todas regulamentadas e fiscalizadas pelo Banco Central", garantiu Dalcanale. "A Polícia Federal e a Receita Federal têm investigação de um ano e nada de errado foi levantado", afirmou.

O Araucária tem 18 anos de existência e trabalha com crédito ao servidor público, às pequenas e médias empresas e com uma corretora de câmbio, títulos e valores, que ocupa o 1º lugar no ranking da Bolsa de Valores do Paraná. Com um volume de pouco mais de R$ 22,8 milhões, a corretora foi responsável por 23,6% do total movimentado pelas corretoras paranaenses em outubro.

Agência Estado


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