Balança tem déficit de US$ 64 milhões na terceira semana
Segunda, 20 de novembro de 2000, 15h23min
A balança comercial brasileira registrou déficit de US$ 64 milhões na terceira semana do mês (entre os dias 13 e 19). As exportações, nessa semana, somaram US$ 948 milhões e as importações, US$ 1,012 bilhão. No mês, o saldo da balança está negativo em US$ 262 milhões e, no ano, acumula um déficit de US$ 106 milhões. As informações foram divulgadas hoje pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.As importações tiveram média diária, na terceira semana, de US$ 253 milhões, o que representou um aumento de 3,6%, na comparação com a média diária das duas semanas anteriores. Ao todo, as importações na terceira semana de novembro somaram US$ 1,012 bilhão. As importações, por sua vez, acumulam, no mesmo período (1º a 19 de novembro), uma média diária de US$ 247,4 milhões, o que significa um crescimento de 9,2% em relação à média apurada em novembro de 1999. As exportações brasileiras na terceira semana deste mês registraram média diária de US$ 237 milhões, um resultado 9,8% superior ao verificado nas duas primeiras semanas. Houve um aumento nas vendas ao exterior em todas as categorias de produtos em relação ao movimento das duas primeiras semanas do mês. Os semimanufaturados registraram um crescimento de vendas de 26,8%; os básicos, 16,3%; e os manufaturados, 2,3%. As exportações brasileiras registram média diária de US$ 223,5 milhões, o que representa um crescimento de 11,7% em relação à média apurada em novembro do ano passado. Ao todo, as exportações na terceira semana de novembro somaram US$ 948 milhões. Entre os semimanufaturados, o destaque foi o aumento de 282,3% nas vendas externas de alumínio. No caso dos produtos básicos, os maiores porcentuais de crescimento de vendas foram registrados com farelo de soja (40,6%) e grão de soja (41,9%). Na lista dos produtos manufaturados, os destaques foram as vendas de aviões (45%), calçados (45,8%) e aparelhos transmissores/receptores (65,6%). Pelo lado das importações, o maior aumento foi registrado na compra de adubos e fertilizantes (70,8%), seguida dos produtos siderúrgicos (35,2%), eletroeletrônicos (29,7%) e combustíveis (7,7%).
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Agência Estado
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