'A vida pede movimento': aos 36 anos, Letícia Colin vive em casa separada do marido, Michel Melamed, com quem tem um filho, e explica como funciona a relação
A Adriana de 'Quem Ama Cuida', Letícia Colin encontrou uma nova forma de viver o casamento: os dois estão juntos, mas mantêm casas separadas
Aos 36 anos, a atriz Letícia Colin revelou que vive em casas separadas do marido, o diretor Michel Melamed, com quem reatou após um período de término. Segundo ela, o formato inusitado foi a melhor saída para conciliar as intensas rotinas profissionais de ambos. Apesar da saudade pontual, a dinâmica já foi bem assimilada pelo casal e pelo filho Uri, de 6 anos, mostrando a resiliência da família para manter uma relação madura e adaptada à realidade concreta dos artistas.
Se em "Quem Ama Cuida", Adriana tem verdadeira devoção e chega a ser um pouco "grudenta" (com todo respeito!) com Pedro (Chay Suede), na vida real, sua intérprete tem uma visão bem mais madura sobre relacionamentos. Aos 36 anos, Letícia Colin não mora na mesma casa que o marido, o dramaturgo, ator e diretor Michel Melamed, de 50.
Como Letícia Colin e Michel Melamed fazem relação funcionar
A decisão veio depois da separação do casal, anunciada em julho de 2024. Quase dois anos depois, no início de 2026, os dois decidiram reatar, mas encontraram uma maneira diferente de viver a relação e seguir juntos.
Em entrevista à revista Quem, a atriz explicou a escolha, que pode soar bem inusitada para muita gente. Segundo Letícia, a rotina profissional intensa dos dois faz com que a distância também tenha seus desafios. "Tem vezes que a saudade aperta. Ainda mais gravando muito e Michel também com os projetos dele. Ele é dramaturgo, ele é ator, ele dirige, então são dois mundos intensos demais para conviverem assim", contou.
Apesar da logística, a atriz afirmou que a família já se adaptou à dinâmica. Uri, filho do casal, de 6 anos, também está bem com a rotina. "A gente está lidando bem com isso e Uri está muito adaptado também. Eu acho que a vida pede movimento, pede resiliência, sabedoria para a gente se adaptar, para a gente se conhecer e para a gente levar a vida que a gente pode levar, real, concreta", acrescentou.
'É um momento muito bom, muito pleno'
E que fique claro: morar em casas d...
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