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Arte e Cultura
Momix: Lunar Sea
Momix em dois espetáculos:
Lunar Sea e Opus Cactus


Conhecidos internacionalmente por apresentarem um trabalho que une criatividade e beleza física excepcional, o Momix se consagrou mundialmente como uma companhia de bailarinos-acrobatas-ilusionistas, sob a direção de Moses Pendleton. Desde sua fundação em 81, o balé vem sendo celebrado por sua capacidade de apresentar no palco um mundo de imagens surrealistas, utilizando os corpos dos bailarinos, acessórios, cenários, coreografias extremametne originais, muito humor e um jogo de luz e sombras.

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Com sede na cidade de Washington, Momix quer dizer o mix de moses. A idéia da companhia foi criada para os Jogos Olímpicos de Inverno de Lake Placid em 1980, concretizando-se no ano posterior. Desde sua fundação, a formação e a dimensão da companhia variam - o que se mantém intacto é somente o espírito de cultivar a dança e divertir o público.

Além de suas turnês mundiais, o Momix tem frequentemente atuado em projetos paralelos, que incluem filmes e TV. A RAI italiana já realizou com eles cinco transmissões especiais, vistas simultaneamente em 55 países (incluindo Russia e China). Foi incluído na série Dança na América, participou da Homenagem a Picasso em Paris e representou os Estados Unidos no Centro Cultural Europeu, em Delphi. Suas apresentações já foram lançadas no mercado pela Decca e sua participação no telefilme "Pictures at an Exhibition" arrebataram um Emmy - o Oscar da TV.

Em 92, para inaugurar um novo parque de entretenimento no Arizona, o time dos Giants de São Francisco encomendou uma coreografia especial ao Momix. Em 99, eles também estrearam um novo show para celebrar o centenário da Fiat. O sucesso já levou a companhia a excursionar por todo os EUA, além do Canadá, Espanha, Grécia, Itália, França, Alemanha, Russia, Dinamarca, Espanha, Inglaterra, Austrália, Irlanda, Holanda, Argentina, México, Brasil, Chile, Japão, Taiwn, Sinagapura e Áustria.

Em sua atual turnê brasileira, o Momix estará apresentando duas extraordinárias criações do Moses Pendleton: Luna Sea e Opus Cactus.

Criado para celebrar os 25 do Momix, Lunar Sea, que evoluiu de uma espetáculo embrionário chamado Sun Flower Moon, era um sonho antigo do diretor Moses Pendleton, que queria escrever um espetáculo cuja ação se passasse no oceano ou no espaço, onde a gravidade não limitasse os movimentos. A celebração de suas bodas de prata junto à companhia que criou, a qual vem dedicando sua vida, foi o momento ideal. Boa parte das imagens se passa no escuro, onde se destacam corpos que brilham e executam seus intricados e sedutores movimentos que reúnem ginástica, dança e acrobacia.

Uma tela separa o palco da platéia, recebendo projeções de imagens surrealistas, que aprofundam a idéia de sonho, idealizada pelo diretor ao criar o espetáculo. Como em todos os espetáculos do Momix, a iluminação – desta vez assinada por Moses e por Joshua Starbuck, tem papel fundamental. Outro ponto de destaque é o figurino – não só o que veste com cores os bailarinos que o público vê, mas também o que esconde o que não se vê. Muitas das cenas de Lunar Sea são feitas por duplas de bailarinos, só que alguns totalmente invisíveis, cobertos de preto dos pés à cabeça, invisíveis no cenário.

Somando estes detalhes, Lunar Sea torna-se um desfile de imagens mágicas, com bailarinos que andam, flutuam ou nadam no vazio, posições de ioga em pleno ar, seres que se unem e se dividem sem tocar o chão, que se agrupam e se separam em misteriosas formas, ou pássaros e aranhas que se formam do nada. Como já é tradicional nos espetáculo do Momix, Lunar Sea é um jogo de corpos ou partes destes, onde a magia está na fusão, no mix, no intrincado movimento que desafia as posições tradicionais da dança e valoriza a magia do jogo de sombra e luz, do possível e do inusitado, do aparente e do invisível, do que se vê e do que se imagina.

Em Opus Cactus, a inspiração inicial, que fez Moses Pendleton levar o deserto para o palco, veio dos gigantescos cactus saguaros, cartões postais do Deserto do Arizona. Desde então, a visão do coreógrafo, que também é fotógrafo, tem vagado pelo mundo em busca de imagens do deserto.

Essa impressão que Pendleton teve do deserto chega ao palco dividida em dois atos, e estes em vinhetas, animadas por uma seleção musical tão inusitada quanto o próprio deserto - uma mistura de Bach com Brian Eno, de Dead Can Dance com música aborígene australiana e canções nativas americanas. A iluminação, detalhe crucial (que também leva a assinatura de Pendleton, junto a Joshua Starbuck e John Finen), ajuda a construir no palco o surpreendente passeio.

Os versáteis bailarinos do Momix, especializados em balé clássico, dança moderna e ginástica, protagonizam no palco cenas impressionantes, que combinam dança com efeitos teatrais. Dividem enormes armações metálicas, materializam no palco cactus, serpentes, flores e monstros pré-históricos, voam, usam ventiladores como vestimentas , brincam com fogo, desafiam a lei da gravidade.

Serviço
Datas: 15, 16, 17 e 18 de agosto/2007
Horário: Dias 15, 16 e 17 de agosto - 21h30
Dia 18 de agosto às 15h
Abertura da casa: 2 horas antes de cada espetáculo
Local: Rua Funchal, 65 - Vila Olímpia