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Arte e Cultura
Lavanda
Lavanda

O espetáculo de dança-teatro Lavanda reestréia na terça-feira, 15 de Janeiro, no Espaço Parlapatões. O solo da bailarina, atriz e coreógrafa Lu Brites - também responsável pela concepção - apresenta quatro personagens femininas que têm seus estados emocionais associados à poética da água. O espetáculo foi contemplado pelo edital de apoio à Pesquisa Coreográfica da Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo - PAC.

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Logo após a estréia, Lu Brites e a Cia Cavallaria (dirigida pela bailarina) farão o lançamento do seu site. Toda trajetória da coreógrafa poderá ser acompanhada pelo site, bem como amostras de vídeo e imagens dos trabalhos realizados.

A principal característica de Lavanda é o diálogo entre elementos do teatro, dança e vídeo, todos reunidos com o intuito de conduzir o espectador por uma narrativa não linear, mas concreta.

Água como fio condutor

“Feminino e água são sinônimos. As diferentes figuras da água (mar, lágrimas, leite, jato etc.) representam os diversos estados da alma feminina. A água é o fio condutor do espetáculo e também o elo de ligação entre essas personagens”, conta Lu Brites, que realiza pesquisas sobre a água há mais de cinco anos. 

A encenação combina delicadeza e humor através de uma dramaturgia fragmentada que usa ainda o recurso de vídeo-dança para multiplicar a intérprete em cena: o vídeo “Lobotomia de um Coração” revela o estado psicológico de uma das personagens – uma secretária bilíngüe –ao se sentir oprimida no escritório em que trabalha. Já o curta “O Jato” apresenta uma cena surrealista na qual uma adolescente é surpreendida por um jato d´água ao passar pela rua.   

Sobre o título, explica a coreógrafa: Lavanda é uma água de cheiro bom, uma essência de oferenda. As quatro mulheres que evoco querem atravessar a grande água, em diferentes fases de vida, com diferentes anseios e prestes a mergulhar em jornadas profundas.”

Com duração de 45 minutos, Lavanda também é uma crítica ao estado de ressecamento da própria alma e do planeta.  Para este espetáculo, Lu Brites conta com a parceria de Claudia Missura (“Domésticas”, “O Avarento” e “Paixões da Alma”), que colaborou desde o início do espetáculo não apenas com a direção de interpretação, mas também com a concepção cênica.  

A equipe é composta Ravel Cabral (assistência de direção), Gustavo Machado e Marcelo Romagnoli (suporte dramatúrgico), Marcelo Pellegrini (trilha original), Alessandra Domingues (desenho de luz), Vinicius Simões (cenário) e por Carla Estefan (direção de produção). O vídeo dança “Lobotomia de Um Coração”, recentemente selecionado para exibição no FRAME 2007-Portugal, conta com fotografia e câmera de Gu Ramalho, edição de Karina Vilela, além das atuações de Pascoal da Conceição, Roberto de Alencar, Marcos Suchara, Alexandre Krug, Ernani Sanchez, Ravel Cabral e Vinícius Simões.

Sobre Lu Brites
Atriz, bailarina, e coreógrafa, formada em dança contemporânea pelo Diplome D’etad de France – Paris, Lu Brites fez treinamento em teatro físico com o diretor inglês David Glass, em Londres, jornalismo pela PUC RJ/RS e Asthanga Yoga pelo Espaço Vidya em São Paulo.

Iniciou sua carreira como bailarina na Cia. Deborah Colker, participando dos espetáculos Vulcão, Velox e Mix, com turnês nacionais e internacionais. A seguir integrou o grupo Intrépida Trupe de Circo-Teatro, participando do espetáculo Intrepi-dez. Também integrou a Cia. Dani Lima de Dança, nos espetáculos Piti e Preguiça, Manha e Outras Meninas.

Ainda na dança foi uma das artistas brasileiras premiadas pelo Programa Internacional de Residência Chantier en Construction, em Paris.

No teatro, participou das peças Bacantes e Sertões, dirigidas por José Celso Martinez Corrêa, e Os Dois Lados Da Rua Augusta, com direção de Ivan Feijó e atuação da Cia Satélite.

No cinema, atuou em Nome Próprio, de Murilo Salles, Canção de Baal, de Helena Ignes, Falsa Loura e Equilíbrio e Graça,ambos deCarlos Reichenbach, e Remédios do Amor, de João Vargas.

Lu Brites é autora dos espetáculos Ilhah, Doma e Lavanda, todos de teatro-dança. Dirigiu os curtas metragens de dança Jato, Bolha (Prêmio Mais Vistos do Mês Festival Internacional Quick Flick) e Lobotomia de um Coração.(exibido no FRAME 2007-Portugal).

Como coreógrafa participou dos espetáculos Um Minuto de Silêncio, dirigido por Vadim Nikitim e Cacá Machado, Ritmos do Brasil, com a Cia. Brasileira de Sapateado (La Mamma-N.Y.), Antiga, de Dionísio Neto, Bacantes e Sertões, no Teatro Oficina, Dinheiro Grátis, de Michel Melamed (RJ)enos filmes Garotas do ABC e Falsa Loura, de Carlos Reichenbach.  Atualmente, interpreta a cantora Linda Batista nas filmagens do longa metragem Últimos Compassos, de Dimas de Oliveira.

Serviço
Espaço Parlapatões
Praça Roosevelt, 158 – Centro.
São Paulo - SP.
Telefone 11 3258-4449