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Arte e Cultura
ABC poemas adolescentes
ABC poemas adolescentes

Prestes a completar 60 anos de poesia, Renata Pallottini volta a escrever para o público infanto-juvenil — revivendo a época em que colaborava com o programa Vila Sésamo — e nos apresenta ABC poemas adolescentes, publicado pela Escrituras Editora.

Poesia incisiva, refinada, delicada, plena de vida e de cor, de agilidade sem pressa, de promessas de infinito. Renata Pallottini nos abre frestas sutis no emaranhado cotidiano, para que a realidade se desvele em seus componentes líricos. Os sentidos latentes manifestam-se de modo cristalino, quase inocente, original, em todos os sentidos e por todos os sentidos. Quando nenhuma certeza parece nos restar, quando tudo se torna absolutamente relativo, quando o caos parece se instalar em todos os domínios, a poeta nos lembra de que ainda dispomos do conforto da ordem alfabética — e a ela recorre para instilar gotas preciosas de organização, na orientação do nosso olhar.

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Segundo palavras da própria poeta, “ABC Poemas adolescentes é poesia sem apelo nenhum ao racional, que, aliás, na poesia é o de menos. Poemas sem propósito; sugestões, avisos, constatações. A vida velha de quem fala aos jovens; a vida eternamente refeita.”

A adolescência é um estado de espírito. É o clima que nos leva à rebeldia, às descobertas, aos erros e acertos do sexo, às trombadas com a vida. E esse tempo pode se prolongar ao infinito... Renata Pallottini

Sobre a autora:

Renata Pallottini nasceu em São Paulo, em 20 de janeiro de 1931. Começou a publicar seus poemas na revista da Faculdade de Direito da USP, na qual ingressou aos 17 anos. Seu primeiro livro, Acalanto, foi produzido artesanalmente por ela mesma na gráfica do avô, em 1952. Em 1953, com o dinheiro do prêmio de poesia ganho em um concurso do jornal A Gazeta, Renata publicou O monólogo vivo. Ainda na década de 1950, seu texto Sarapalha, uma adaptação para o teatro do conto de Guimarães Rosa, foi premiado pelo Teatro de Arena. Em 1959, publicou, na Espanha, o livro Nós. Em 1962, escreveu e dirigiu a peça O exercício da justiça. Sua estréia no teatro, no entanto, ocorreu em 1965, quando sua comédia O crime da cabra ganhou os prêmios Molière e Governador do Estado de São Paulo. Estreou na televisão em 1972, colaborando na redação do programa Vila Sésamo. Em 1977, ganhou o prêmio de Melhor Roteiro, da Associação Paulista dos Críticos de Arte, pela telenovela O julgamento, escrita em parceria com Carlos Queiroz Telles. Em 1977, lançou o livro Chão de palavras, e em 1994, publicou sua Obra poética, reunindo seus livros anteriores. Coordenou e participou da Anthologie de la poésie brésilienne (Paris, Editions Chandeigne, 1998), que reuniu quatro séculos da nossa história literária.

Sobre o ilustrador:

Daniel Kondo nasceu em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. Morou em Brasília, em Curitiba, em Bento Gonçalves e mudou-se para São Paulo em 1992. A partir daí iniciou uma carreira de sucesso no mercado de comunicação: publicidade, internet, design, ilustração e, principalmente, editorial. Em 2004, foi um dos indicados ao prêmio Hans Christian Andersen, representando o Brasil na categoria Ilustração. No início de 2005, em parceria com a agência Publicis, seu trabalho foi premiado com o Leão de Prata, no Festival de Cannes, e, em 2006, com a agência DPZ, com o Leão de Bronze, no mesmo festival, ambos no meio impresso. Atualmente, trabalha como ilustrador do jornal O Estado de S. Paulo e desenvolve projetos de comunicação para diversas empresas no Kondo Studio. Site do ilustrador: www.kondo.com.br.