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Madonna e Shakira: veja quanto estrelas podem ter ganhado na Copa

Especialista revela lucros astronômicos de artistas e celebridades no maior palco do futebol global.

22 jul 2026 - 12h31
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Madonna e Shakira: veja quanto estrelas podem ter ganhado na Copa
Madonna e Shakira: veja quanto estrelas podem ter ganhado na Copa
Foto: The Music Journal

A Copa do Mundo não é apenas um espetáculo esportivo; é uma máquina de fazer dinheiro que transcende o campo, transformando celebridades em magnatas.

Em um cenário onde bilhões de olhares se voltam para o evento, a oportunidade de monetização para figuras da música, esporte e entretenimento atinge patamares estratosféricos.

Nick Ede, renomado especialista em marcas e cultura, desvendou as cifras impressionantes que nomes como Shakira, Madonna e até LISA, do BLACKPINK, embolsaram através de campanhas, performances e estratégias de marketing agressivas. Uma verdadeira vitrine global onde o talento encontra o capital.

No topo da lista dos mais bem pagos, um nome que ressoa tanto no futebol quanto no marketing: David Beckham. O ícone inglês teria acumulado a impressionante quantia de 19 milhões de libras esterlinas - o equivalente a cerca de R$ 140 milhões. Seu segredo? Uma metralhadora de campanhas publicitárias que incluiu gigantes como Adidas, McDonald's, Lay's, Stella Artois, Bank of America e Home Depot.

Beckham provou, mais uma vez, que sua marca pessoal é um ativo inestimável, mesmo anos após pendurar as chuteiras, consolidando-se como um embaixador global por excelência.

A batida latina e o inesperado retorno da Rainha

Logo atrás de Beckham, com uma performance que é quase um gol de placa, emerge Shakira. A colombiana, figura carimbada nas edições de Copa, teria faturado cerca de 15 milhões de libras (aproximadamente R$ 111 milhões). Sua presença vibrante não se limitou às aberturas e encerramentos do torneio; o aumento exponencial no consumo de seu catálogo musical e o lançamento do hino oficial Dai Dai, em parceria com Burna Boy, impulsionaram seus ganhos a outro nível.

A artista demonstrou a força da cultura pop global e como a música pode ser um vetor de engajamento massivo.

Surpreendentemente, a Rainha do Pop, Madonna, fez uma aparição que rendeu 4 milhões de libras (cerca de R$ 30 milhões) por sua participação no show do intervalo da final. O momento foi um verdadeiro espetáculo, especialmente para os fãs brasileiros, que viram a artista trazer ao palco ícones como Ronaldo Fenômeno e Ronaldinho Gaúcho.

Um crossover que uniu música e futebol de forma inesquecível, provando que a capacidade de Madonna de gerar impacto e buzz permanece intacta, mesmo em um evento tão dominado pelo esporte.

Do K-Pop ao glamour digital: a nova onda de influenciadores

A nova geração de celebridades também marcou presença massiva. Justin Bieber e o ator Timothée Chalamet cada um teria garantido cerca de 12 milhões de libras (aproximadamente R$ 89 milhões). Bieber brilhou no show do intervalo da final com Everything Hallelujah, enquanto Chalamet foi o rosto de campanhas da Adidas.

A diversidade de talentos e plataformas de atuação reflete a pulverização das estratégias de marketing.

O fenômeno global do K-Pop também encontrou seu espaço. LISA, integrante do supergrupo BLACKPINK, teria arrecadado 9 milhões de libras (cerca de R$ 66 milhões) em patrocínios e ativações associadas ao evento.

Sua projeção internacional e o engajamento massivo de seu fandom garantiram um retorno financeiro notável. No universo da influência digital, Kim Kardashian não ficou para trás, com ganhos estimados em 8 milhões de libras (aproximadamente R$ 59 milhões) através de campanhas focadas em sua própria marca, consolidando o poder das celebridades digitais.

Até mesmo nomes menos óbvios entraram na dança lucrativa. Brooklyn Beckham, filho de David, faturou 1 milhão de libras (cerca de R$ 7,4 milhões) com uma campanha da DoorDash. E em uma nota de nostalgia, Susan Boyle, a cantora que emocionou o mundo, garantiu cerca de 500 mil libras (aproximadamente R$ 3,7 milhões) com um comercial para a marca escocesa Irn-Bru.

Isso demonstra que a Copa do Mundo é um palco para todos, desde os ícones globais até aqueles que tocam a corda da memória afetiva, provando que o poder das marcas e das personalidades é um gol certeiro em qualquer estratégia de marketing.

The Music Journal The Music Journal Brazil
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