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Lollapalooza

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Shows que levantaram o público, polêmica com Chappell Roan e problemas de som: como foi o Lollapalooza 2026

Festival reuniu grandes nomes da música em três dias em São Paulo, com apresentações elogiadas, falhas técnicas e episódios que repercutiram

23 mar 2026 - 04h57
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Tyler, The Creator, se impôs em um show impressionante, sozinho no palco
Tyler, The Creator, se impôs em um show impressionante, sozinho no palco
Foto: Sabrina Legramandi/Estadão / Estadão

O Lollapalooza 2026 reuniu grandes nomes da música ao longo de três dias em São Paulo, com destaques para os shows de Sabrina Carpenter, Chappell Roan, Tyler, The Creator e Lorde, além de momentos marcantes dentro e fora dos palcos, que incluíram apresentações elogiadas, polêmicas e problemas de organização.

Veja os principais acontecimentos dos três dias do festival: 

Show vibrante de Sabrina Carpenter no 1º dia

O primeiro dia do Lollapalooza, na sexta-feira, 20, teve como destaque o show vibrante de Sabrina Carpenter. A cantora entregou uma apresentação completa, com cenário caprichado, coreografia envolvente e hits como Manchild, Please Please Please e Espresso. Apesar do microfone um pouco baixo, ela animou o público do Autódromo de Interlagos e contou com participação especial da brasileira Luisa Sonza. Fãs da faixa de 20 anos vieram de diferentes regiões do país, alguns preparando roupas especiais e chegando bem cedo para garantir lugar próximo ao palco.

Lollapalooza 2026: Sabrina Carpenter durante apresentação ao público
Lollapalooza 2026: Sabrina Carpenter durante apresentação ao público
Foto: Reprodução/Multishow

Enquanto isso, no palco Flying Fish, Edson Gomes reuniu um público menor, mas atento. O cantor baiano de reggae apresentou canções com mensagens sociais, como Guerreiros do Terceiro Mundo, Perdido de Amor e Sou Camelô, Sou do Mercado Informal, lembrando o legado de Bob Marley. Entre as músicas, interagia com o público: “Thank you, obrigado galera. Come on, baby”, e reafirmou sua presença: “mesmo que a TV não mostre, aqui, nós, cantando reggae”.

Doechii também se destacou com show narrativo, embora tenha enfrentado problemas de som que prejudicaram os graves característicos de suas músicas, resultando em um final sem muito impacto.

A estreia de Shaquille O’Neal, como DJ Diesel, foi marcada por entrada triunfal e pirotecnia. Negra Li apresentou uma verdadeira aula de rap, enquanto Blood Orange impressionou com performance sonora precisa.

O rock e o metal ficaram por conta das bandas americanas Deftones e Interpol, que tocaram para fãs fiéis no palco Samsung Galaxy, trazendo setlists nostálgicas e resistência em meio ao festival dominado pelo pop.

'Treta' entre Chappell Roan e Jorginho repercutem no 2º dia

O segundo dia do Lollapalooza, sábado, 21, foi marcado pelo sol forte em Interlagos, com temperaturas próximas de 30 °C durante a tarde e 23 °C à noite.

Chappell Roan abriu os destaques do dia, reunindo fãs que chegaram cedo para a apresentação das 21h30. A cantora mostrou seus principais hits com grande performance, mas acabou envolvida em polêmica fora do palco: o jogador do Flamengo, Jorginho, afirmou nas redes sociais que um segurança dela teria sido hostil com sua enteada de 11 anos em um hotel de São Paulo. Nas redes, torcedores protestaram contra a artista, e Chappell se pronunciou neste domingo, negando ter visto a criança e responsabilizando o segurança, que não fazia parte de sua equipe.

Montagem com os rostos do jogador Jorginho, do Flamengo, e da cantora Chappell Roan; ele fez críticas à norte-americana e acusou sua equipe de ser grosseira com a filha dele
Montagem com os rostos do jogador Jorginho, do Flamengo, e da cantora Chappell Roan; ele fez críticas à norte-americana e acusou sua equipe de ser grosseira com a filha dele
Foto: Instagram/@jorginhofrello | YouTube/@Chappel Roan / Estadão

Entre as atrações eletrônicas, Skrillex se destacou com grande público, mesmo sendo atração alternativa. O DJ americano seguiu seu estilo característico, com graves intensos, improvisos de funk “proibidão” e a bandeira brasileira em cena.

Lewis Capaldi apresentou baladas românticas para um público inicialmente à espera de Roan, mas que recebeu bem o cantor britânico, deixando boa impressão em sua primeira passagem pelo Brasil.

Marina, em sua terceira participação no festival, reuniu público expressivo no palco Budweiser por volta das 16h55. Mesmo com estrutura simples, mostrou habilidade vocal e animou a plateia com clássicos como Primadonna e Bubblegum Bitch, além de faixas de seu disco mais recente, Princess Of Power.

Chappell Roan foi uma das principais atrações do festival
Chappell Roan foi uma das principais atrações do festival
Foto: Reprodução/Instagram/@chappellroan / Estadão

Entre os brasileiros, Agnes Nunes brilhou no mesmo palco às 14h45, enfrentando o sol forte. A cantora de 23 anos se emocionou: “Isso é muito gratificante para uma menina preta, nordestina e paraibana. Nunca vou esquecer.” Cantou sucessos como 22:22 e Gente Feliz Não Se Incomoda, além de dividir o palco com Tiago Iorc na faixa Pode Se Achegar, marcando sua estreia em um grande festival.

Terceiro dia é encerrado com espetáculo de Tyler, The Creator

O encerramento do Lollapalooza 2026, neste domingo, 22, ficou por conta de Tyler, The Creator e Lorde, que comandaram os momentos finais do evento. Após ausência em 2018, Tyler retornou com uma apresentação intensa e segura, dominando o palco sozinho e apostando em efeitos visuais para amarrar faixas de seus trabalhos recentes, como Don’t Tap The Glass e Chromakopia. O resultado foi um show forte, sustentado principalmente pela performance e pelo repertório.

Antes disso, a organização precisou intervir para aliviar a pressão na grade, pedindo que o público recuasse. O alerta apareceu nos telões logo após a apresentação da banda Turnstile, que havia agitado a plateia com rodas e sinalizadores.

Em outro palco, Lorde apostou em um espetáculo minimalista e conceitual, inspirado em Virgin. Com foco na estética e nas letras, entregou uma performance intensa que conquistou o público. Já Addison Rae, que se apresentou mais cedo, teve recepção mais morna, com um show baseado em playback e estrutura simples.

A cantora Lorde foi a última a se apresentar no palco Samsung Galaxy no Lollapalooza 2026.
A cantora Lorde foi a última a se apresentar no palco Samsung Galaxy no Lollapalooza 2026.
Foto: Júlia Pereira/Estadão / Estadão

Entre os destaques do dia, Djo atraiu grande público ao misturar rock psicodélico e carisma, impulsionado pelo sucesso de End of Beginning. O artista, conhecido por Stranger Things, foi um dos nomes mais comentados da tarde.

A banda Oruã também chamou atenção, inclusive levando os fãs fiéis, que acompanham o grupo, a sorrirem e cantarem todas as músicas do setlist. Já o grupo Katseye encerrou o palco com uma apresentação voltada ao público jovem, mas com forte uso de playback e repertório curto. *Com informações do Estadão Conteúdo

Fonte: Portal Terra
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