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Klisman lança 'A Estrela da Rua.', continuação de 'Antes do Menino Nascer', com Dallass, Jimyy, Alee e mais

Disponível desde 20 de outubro pela NADAMAL, segundo volume reúne 11 faixas e amplia o universo do rapper baiano com referências de Mano Brown a Lil Wayne

22 out 2026 - 08h33
(atualizado às 08h38)
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Resumo
Menos de um mês após seu último trabalho, o rapper baiano Klisman lançou o álbum "A Estrela da Rua.", sequência direta de "Antes do Menino Nascer". Com 11 faixas, o disco transita entre o trap e o R&B, contando com participações de nomes como Dallass, Jimyy e Alee, além de referenciar ícones como Mano Brown e Lil Wayne. O lançamento em ritmo acelerado consolida a ascensão nacional do artista, expandindo o universo de suas raízes no Centro Histórico de Salvador sem romper com sua essência.

Menos de um mês após lançar Antes do Menino Nascer, em 22 de setembro, Klisman volta com A Estrela da Rua., segundo volume do projeto. Com 11 faixas, o novo álbum reúne participações de Dallass, Jimyy, Alee e Daz Ruas, além de produções assinadas por Saboya, OG Bahia, Plant, Viper, Rocco, Nicolas Arashiro, Jackwylie, Natemorgan, Drummond e QualyWav1, entre outros.

Klisman
Klisman
Foto: Divulgação / Rolling Stone Brasil

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A Estrela da Rua. dá continuidade direta ao universo apresentado por KL no primeiro volume. Se Antes do Menino Nascer mergulhava nas origens do rapper baiano — do Centro Histórico de Salvador às experiências que antecederam sua trajetória musical —, o novo disco expande esse repertório sem romper com suas raízes. Com Dallass, a faixa que dá nome ao álbum abre o projeto e estabelece seu ponto de partida. A partir daí, o disco transita por diferentes vertentes do rap, do trap ao R&B, revelando um artista em constante evolução.

Algumas faixas evidenciam de maneira mais direta as referências de Klisman. "Deus e Mano Brown", com Dallass e produção de Drummond, cita abertamente Mano Brown no título, conectando o trap baiano da NADAMAL à escola que ajudou a moldar o rap nacional. Já "Lean e Lil Wayne", produzida por Saboya, Qualy e Drummond, volta o olhar para o rap norte-americano. "Sangue", com Alee e Daz Ruas, retoma uma parceria que já rendeu frutos em Para: Todas Que Fingi Amar, álbum colaborativo da dupla baiana que estreou entre os 10 mais ouvidos do mundo no Spotify.

O lançamento marca um período de aceleração na trajetória de KL. Em 2025, CHTC? (Centro Histórico Tá Como?) — definido pelo próprio artista como "o maior feito da minha trajetória" — consolidou seu nome para além da Bahia. Em 2026, a parceria com Alee levou o trabalho à nona maior estreia da semana no Spotify. A decisão de lançar dois álbuns em sequência, com menos de 30 dias de intervalo, reflete a produtividade de um artista que encontrou seu ritmo e não pretende desacelerar.

Na faixa "Madonna", que encerra o projeto e conta com Dallass e Qualy, A Estrela da Rua. conclui o ciclo iniciado por Antes do Menino Nascer sem sugerir que o caminho chegou ao fim — apenas que essa etapa está completa. No título do álbum, o ponto final parece mais uma pausa do que um encerramento.

Rolling Stone Brasil Rolling Stone Brasil
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