No dia 2 de outubro de 2025, o Masp – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand – completou 78 anos de fundação. Desde sua fundação, em 1947, a instituição tornou-se um dos símbolos mais fortes da cena cultural brasileira.
Foto: Pedro Truffi/Wikimédia Commons / Flipar
No dia 2 de outubro de 2025, o Masp – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand – completou 78 anos de fundação. Desde sua fundação, em 1947, a instituição tornou-se um dos símbolos mais fortes da cena cultural brasileira.
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O Masp foi fundado pelo empresário e jornalista Assis Chateaubriand, que convocou o crítico e marchand italiano Pietro Maria Bardi para dirigir a nova instituição.
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Nos primeiros anos, o museu funcionou no edifício dos Diários Associados, meio de comunicação criado por Chateaubriand, na rua 7 de Abril, no centro da cidade, com um salão de cerca de mil metros quadrados.
Foto: Reprodução do Instagram @masp / Flipar
A partir do acervo inicial – formado por doações e aquisições dirigidas por Bardi – começaram a despontar obras de grandes mestres como Rembrandt, criando desde cedo uma coleção de prestígio.
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O projeto museográfico – idealizado por Bardi e, posteriormente, em diálogo com a arquiteta Lina Bo Bardi – adotou soluções inovadoras, como a suspensão de telas por tirantes de vidro, eliminando paredes convencionais e sugerindo liberdade para o olhar e circulação.
Foto: Reprodução do Instagram @masp / Flipar
Em 1968, ocorreu uma mudança definitiva: o museu foi transferido para sua sede atual, na Avenida Paulista, em um edifício vanguardista assinado por Lina Bo Bardi. A Rainha Elizabeth II, monarca britânica à época, participou da inauguração da nova sede, sendo recepcionada por Pietro Maria Bardi.
Foto: Reprodução do Instagram @masp / Flipar
A construção, que se transformou em cartão-postal de São Paulo, notabiliza-se por sua arquitetura de vidro e concreto que alia leveza, transparência e suspensão.
Foto: Reprodução do Instagram @masp / Flipar
O edifício projetado por Lina é elevado acima de um vão livre – concebido para funcionar como praça pública e integrador urbano – e abriga nos seus pisos superiores galerias expositivas com fachadas envidraçadas.
Foto: Marcelo Valente/Wikimédia Commons / Flipar
No interior, o uso dos famosos “cavaletes de cristal” – estruturas independentes que exibem as obras livremente no espaço – subverteu a lógica tradicional de museus e permitiu um tipo de leitura mais aberta.
Foto: Reprodução do Instagram @masp / Flipar
Atualmente, o acervo do Masp ultrapassa as 11 mil obras, entre quadros, esculturas, fotografias, objetos e vestuário, abrangendo produções da Europa, da África, da Ásia e das Américas.