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Preta Gil testa positivo para covid-19 pela segunda vez

Com duas doses do imunizante, a artista disse estar com sintomas leves, mas permanece isolada em sua casa no Rio de Janeiro

2 jan 2022 08h30
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A cantora Preta Gil.
A cantora Preta Gil.
Foto: Instagram/@pretagil / Estadão

A cantora Preta Gil revelou neste sábado, 1º, que testou positivo novamente para a covid-19. Uma das primeiras personalidades públicas a ter a doença no Brasil em março de 2020, a artista garantiu estar com sintomas leves e creditou ao fato de já ter tomado duas doses do imunizante.

"Fica aqui o meu alerta para todo mundo. A Ômicron está de fato entre nós. Então, vacinem-se. O apelo é só isso. A vacina é muito eficaz", insistiu. Outros artistas como Caetano Veloso e Xanddy — cantor do Harmonia do Samba — também testaram positivo à doença recentemente.

"Conheço outras pessoas com covid-19 nesse momento e estão bem. Os médicos falaram que vou poder tomar minha dose de reforço agora em janeiro", amenizou a filha de Gilberto Gil.

Preta disse ainda estar isolada em sua casa no Rio de Janeiro e informou que seu marido, Rodrigo Godoy, sua neta, Sol de Maria, e os sogros não foram contaminados. Eles estavam juntos para celebrar a chegada de 2022.

"Comecei a sentir uma coceira, uma ardência na garganta e no nariz. Fiz dois testes e os dois positivaram. Já os meus familiares fizeram e os resultados deram negativos", atentou. "Estou bem, praticamente assintomática. Tive um cansaço, mas nada demais. Sem dor de garganta, dor de cabeça", garantiu.

A artista integrou até a última semana a bancada de jurados do quadro 'Show dos Famosos', do programa Domingão com Huck. Inclusive, durante a atração global, a cantora revelou que só voltará a puxar seu tradicional trio elétrico no Carnaval em 2023. A decisão foi baseada na tentativa de frear a disseminação da doença, especialmente das novas cepas.

A primeira infecção de Preta aconteceu em março de 2020 após show no casamento da irmã da influenciadora baiana Gabriela Pugliesi. O evento ficou conhecido como o "pontapé" da doença no Brasil.

Estadão
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