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Luana Piovani se manifesta após ataque de Donald Trump à Venezuela: 'Desgraçado'

Atriz e apresentadora Luana Piovani reage e se manifesta nas redes sociais após ataque de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, à Venezuela

3 jan 2026 - 13h36
(atualizado às 15h12)
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A atriz e apresentadora Luana Piovani se manifestou sobre o ataque de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, à Venezuela. Segundo o político, o presidente Nicolás Maduro e a esposa, Cilia Flores, foram capturados.

Luana Piovani
Luana Piovani
Foto: Reprodução/ Instagram / Contigo

Após a repercussão da notícia, a famosa, conhecida pelos seus comentários afiados, reagiu e criticou a atitude de Trump. Porém, Luana também ressaltou que não gosta do presidente venezuelano.

"O Trump sequestrou o Maduro. Como é que um presidente sequestra o outro? Que filho da p*ta esse Trump desgraçado. Eu detesto o Maduro, mas você não vai na casa dos outros e mata o dono da casa", disparou.

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Lula condena ataque dos EUA à Venezuela

A reação do governo brasileiro foi imediata após a ofensiva militar dos Estados Unidos contra a Venezuela, registrada neste sábado (3). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou a ação como um rompimento grave das normas que regem as relações internacionais e manifestou preocupação com os impactos políticos e diplomáticos do episódio para a região. Segundo ele, a escalada do conflito representa um risco direto à estabilidade da América do Sul.

Em declaração pública, Lula foi enfático ao criticar a operação conduzida pelo governo norte-americano. Para o presidente, "os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável". Ele acrescentou que a iniciativa configura "uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional", reforçando a posição histórica do Brasil contra intervenções armadas.

Diante do ataque anunciado pelo presidente Donald Trump, que afirmou ter capturado Nicolás Maduro, o Palácio do Planalto convocou uma reunião emergencial com ministros para avaliar os desdobramentos políticos da crise. Lula afirmou ainda que a ofensiva representa "uma flagrante violação do direito internacional" e advertiu que esse tipo de ação abre caminho para "violência, caos e instabilidade", enfraquecendo o multilateralismo global.

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