Grávida, Tati Machado desabafa sobre luto e rejeita rótulo de 'mãe de anjo'
Em vídeo, Tati Machado abre o coração sobre dor da perda gestacional enfrentada ao lado do marido, Bruno Monteiro; confira!
Grávida do segundo filho com Bruno Monteiro, Tati Machado desabafou sobre os desafios de vivenciar uma nova gestação enquanto lida com o luto pela perda do primogênito, Rael, na 33ª semana. A apresentadora rejeitou o rótulo de "mãe de anjo", admitiu a dificuldade de viver o momento com leveza devido ao receio do passado e ressaltou que, para apoiar quem enfrenta essa dor, a escuta empática é fundamental para a cura.
Grávida do seu segundo filho com Bruno Monteiro, a apresentadora Tati Machado abriu o coração nas redes sociais para abordar as marcas profundas deixadas pela perda gestacional do seu primogênito. A contratada da TV Globo expôs a complexidade de vivenciar uma nova gravidez enquanto ainda lida com as etapas do luto, além de externar certo incômodo com expressões frequentemente direcionadas a mulheres que passaram por traumas semelhantes.
Sinceridade de Tati Machado e nova gestação
Em vídeo compartilhado com os seguidores, a comunicadora comentou a reação diante de termos usados pelo público após uma perda de bebê, citando especificamente a expressão "mãe de anjo".
"Sempre falam assim: 'Ah, você é mãe de anjo?'. Eu não queria ser mãe de anjo, não. A verdade é essa", pontuou Tati Machado.
Além disso, a jornalista ressaltou que as dores do passado acabam impactando a maneira como se encara a gestação atual. Em meio ao processo de gestar novamente, ela refletiu sobre a dificuldade de viver o momento presente com leveza por conta do receio anterior.
"A gente acaba não curtindo e não vivenciando tanto a gestação, a gravidez. E tá tudo bem", completou a apresentadora ao analisar a oscilação de sentimentos.
O tempo do luto e a importância do acolhimento
Dessa forma, a profissional de imprensa relembrou os passos delicados que deu após o encerramento precoce de sua primeira gestação. A perda de Rael ocorreu em maio de 2025, durante a 33ª semana de gravidez, quando a ausência dos batimentos cardíacos do bebê foi constatada por médicos.
"No luto é um dia de cada vez, uma hora de cada vez. Eu demorei seis meses para entrar no quartinho dele. Eu fiz questão de segurar, mas eu não segurei tanto quanto eu gostaria de ter segurado. Existe um cansaço e também a instabilidade", revelou a famosa.
Sendo assim, Tati Machado aproveitou a visibilidade da sua mensagem para orientar pessoas próximas a quem atravessa esse tipo de luto, reforçando que a escuta empática vale mais do que qualquer palavra.
"Eu acho que mais do que conselho, o conselho é para quem não está passando, mas conhece alguém que está: seja escuta, não precisa falar nada, pois falar ajuda a curar a gente de alguma maneira, ajuda no processo da dor e do luto", destacou.
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