Ex-genro de Ana Maria Braga pede vaga em A Fazenda após polêmicas
Ex-genro de Ana Maria Braga surpreende ao pedir chance em A Fazenda: "Peãozinho"
Após perder oportunidades de trabalho devido à repercussão de acusações que ainda estão sob investigação, Badarik González, ex-genro de Ana Maria Braga, pediu publicamente uma vaga no reality show A Fazenda, da Record TV. O professor de yoga alega estar desempregado pelo julgamento precipitado do público e vê no confinamento uma chance de retomar a carreira. Sua defesa reforça que não há condenação formal e contesta os prejuízos causados pela superexposição do caso.
Depois de enfrentar dificuldades profissionais em meio à repercussão de acusações envolvendo seu nome, Badarik González, ex-marido de Mariana Maffeis, filha de Ana Maria Braga, decidiu apostar em uma estratégia inusitada. Professor de yoga, o colombiano utilizou as redes sociais para fazer um convite público à Record e manifestar interesse em participar de A Fazenda. Em tom descontraído, ele apresentou a possível entrada no reality rural como uma oportunidade para retomar a carreira e voltar ao mercado de trabalho. "TV RECORD, AQUI TEM UM PEÃOZINHO… mas sem prego, sem martelo e sem emprego!", escreveu.
Na mesma publicação, Badarik afirmou que está desempregado e disse estar preparado para enfrentar a rotina de confinamento caso receba uma oportunidade. "Já estou desempregado… Então, se a ideia é encontrar alguém disposto a encarar A Fazenda, eu já estou dando o recado!" O professor também cobrou uma definição da emissora sobre os participantes da próxima temporada. "Agora me digam uma coisa: RECORD, ATÉ QUANDO VÃO DEIXAR O PÚBLICO E OS PARTICIPANTES NESSA EXPECTATIVA? Porque oportunidade não aparece todo dia… e eu estou aqui!" A manifestação ocorre após ele relatar que as repercussões recentes afetaram diretamente suas possibilidades profissionais.
Defesa contesta consequências das acusações
Antes de pedir uma chance no programa, González já havia relatado que perdeu uma oportunidade de trabalho por causa da exposição do caso. Segundo ele, conseguiu uma colocação, mas a situação teria mudado posteriormente. "Consegui um trabalho, mas, como muitas vezes acontece em uma sociedade que julga pelas aparências e tira conclusões sem perguntar diretamente ou investigar, as coisas acabaram se complicando", declarou. Ele acrescentou: "Os clientes diminuíram e, por diversos motivos, os donos foram obrigados a me dispensar". O colombiano também questionou o julgamento público baseado nas acusações e afirmou que não existem provas contra ele.
A defesa de Badarik González reforçou essa argumentação em nota divulgada nesta terça-feira (1º), afirmando que as acusações ainda estão sob investigação. Os advogados destacaram: "Diante da intensa repercussão pública do caso, é necessário reafirmar uma garantia elementar do Estado Democrático de Direito: investigação não é condenação." Segundo a defesa, ainda não houve oferecimento de denúncia, embora a exposição já tenha provocado impactos na vida pessoal e profissional do investigado.
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