Ai que confusão!': após R$ 6 mil devolvidos e 116 páginas escritas por 12 meses nas madrugadas, livro de Narcisa Tamborindeguy foi lançado após uma 'novela'; há mais de 26 anos, obra revoltou famosa socialite: 'Um sujeito queria mudar tudo'
Narcisa Tamborindeguy por pouco não viu o sonho de lançar um livro ficar pelo caminho após um ano escrevendo suas memórias na madrugada
Ao completar 60 anos, Narcisa Tamborindeguy tem relembrada a conturbada trajetória de seu livro de memórias "Ai que Loucura!", lançado nos anos 2000. Escrita durante 12 meses nas madrugadas e com 116 páginas que mesclavam relatos de viagens, crônicas da alta sociedade e histórias pessoais — como seu casamento com Boninho —, a publicação enfrentou uma verdadeira novela editorial. Insatisfeita com as alterações que tentaram impor ao texto original, a socialite chegou a recomprar a obra antes do lançamento.
Uma das mais famosas socialites do Brasil, Narcisa Tamborindeguy completa 60 anos neste domingo (25). Proprietária de um apartamento milionário no icônico edifício Chopin, em Copacabana, área nobre do Rio, a ex-mulher de Boninho, com quem se casou em junho de 1983, a jornalista e participante do "Mulheres Ricas" lançou em 2000 o seu livro de memórias "Ai que Loucura!".
Na publicação, Narcisa lembra briga com o diretor de TV, que lhe mandou para a China (ela como resposta viajou para o país asiático), sua primeira relação sexual (com o próprio Boninho, a quem chamou de "pai ausente" décadas mais tarde), quando se trancou em banheiro de delegacia de polícia do Rio, e de quando velou um amigo bilionário na Europa morto após overdose.
Narcisa comprou de volta direitos de biografia: 'Sujeito queria mudar tudo'
O que poucos sabem é a "novela" na qual o livro de Narcisa rendeu antes de chegar às livrarias e bancas - foi lançado pela Editora Caras. Mas o Purepeople volta a fevereiro de 2000 para te contar os detalhes.
"Um sujeito queria mudar tudo. Aí preferi comprá-lo de volta", afirmou a socialite ao jornal "O Globo". Confira!
A confusão do livro de Narcisa
A versão original do livro somava nada mais e nada menos do que 116 páginas e foi descrito como um "guia de viagem", "memórias", "crônica do high-society", "pregação religiosa" e "manifesto contra as drogas", além de ser "auto-ajuda" e "manual de elegância", sem contar o "compêndio filosófico".
Mas, qual foi o problema? No fim de 1999,...
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