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'É Assim que Acaba': Blake Lively e Justin Baldoni fazem acordo após longa batalha judicial

Briga começou em 2024, após Lively acusar o ator e diretor de assédio sexual e campanha difamatória, e ele rebater; os dois chegaram a um acordo

4 mai 2026 - 19h19
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Blake Lively e Justin Baldoni chegaram a um acordo judicial após uma longa disputa sobre os acontecimentos nos bastidores do filme É Assim que Acaba (2024), que envolveu acusações de assédio sexual e campanhas difamatórias.

Após quase um ano e meio de disputas e troca de farpas, Blake Lively e Justin Baldoni fazem acordo e evitam se enfrentar nos tribunais
Após quase um ano e meio de disputas e troca de farpas, Blake Lively e Justin Baldoni fazem acordo e evitam se enfrentar nos tribunais
Foto: Sony Pictures/Divulgação / Estadão

Em um comunicado divulgado nesta segunda-feira, 4, e assinado pelas duas partes, a atriz e o ator/diretor afirmam que chegaram a um consenso. No entanto, termos do acordo não foram revelados.

Na nota, os advogados afirmam que o objetivo é criar ambientes de trabalho seguros, e torcem para que o encerramento da disputa permita aos envolvidos que sigam em frente.

Leia a nota na íntegra:

"O produto final — o filme É Assim que Acaba — é fonte de orgulho para todos nós que trabalhamos para trazê-lo à vida. Aumentar a conscientização e gerar um impacto significativo nas vidas de sobreviventes de violência doméstica — e todos os sobreviventes — é um objetivo que apoiamos. Reconhecemos que o processo apresentou desafios e reconhecemos que as preocupações levantadas pela Sra. Lively merecem ser ouvidas. Permanecemos comprometidos com ambientes de trabalho livres de comportamentos impróprios ou improdutivos. É nosso sincero desejo que isso traga encerramento e permita a todos os envolvidos que sigam em frente de forma construtiva e em paz, incluindo um ambiente virtual respeitoso."

Como foi o imbróglio judicial

O drama entre Baldoni e Lively começou a se desenrolar em dezembro de 2024, quando a atriz denunciou ao jornal The New York Times que teria sofrido assédio sexual nos bastidores do filme. Ela afirmou que Baldoni e os produtores e publicitários do longa teriam iniciado uma campanha de difamação online como punição por ela ter feito reclamações.

Baldoni negou as alegações, e respondeu às queixas com um processo de 400 milhões de dólares contra Lively e seu marido, Ryan Reynolds, acusando ambos de difamação, mas a ação foi rejeitada. Ele também acusou Lively de usar sua influência em Hollywood para assumir o controle criativo do filme e destruir sua reputação.

Após quase um ano e meio de muitos capítulos, que envolveram até mesmo Taylor Swift, a atriz Isabela Ferrer e diversas trocas de farpas na mídia, o julgamento estava marcado para acontecer até junho deste ano, em Nova York. Com o acordo, os dois evitam a batalha em tribunal.

Estadão
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