Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

'Betty Blue', drama erótico francês, retorna aos cinemas brasileiros

Longa de Jean-Jacques Beineix, estrelado por Béatrice Dalle e Jean-Hugues Anglade, retorna às telonas em celebração aos 40 anos de lançamento

16 abr 2026 - 11h17
Compartilhar
Exibir comentários

Betty Blue (37°2 le matin), clássico drama erótico francês dirigido por Jean-Jacques Beineix (Diva - Paixão Perigosa) e considerado um dos maiores filmes cults do cinema europeu dos anos 1980, retorna aos cinemas brasileiros a partir desta quinta-feira (16), com distribuição da Pandora Filmes. Saiba quando a seguir:

'Betty Blue', drama erótico francês, retorna aos cinemas brasileiros (Divulgação)
'Betty Blue', drama erótico francês, retorna aos cinemas brasileiros (Divulgação)
Foto: Rolling Stone Brasil

Qual é a história de Betty Blue?

Estrelado por Béatrice Dalle (Desejo e Obsessão) e Jean-Hugues Anglade (A Rainha Margot), o longa apresenta um retrato intenso, ousado e por vezes perturbador de um relacionamento movido por paixão, instabilidade emocional e desejo. Na trama, Betty e Zorg se conhecem na costa mediterrânea da França e iniciam uma relação avassaladora que atravessa episódios de obsessão, loucura e mudança para Paris, transformando para sempre a vida de ambos.

Baseado no romance homônimo de Philippe Djian, publicado em 1985, o filme foi rodado no mesmo ano ao longo de 13 semanas, com filmagens em locações como Gruissan, Marseille e Marvejols. Segundo o próprio Beineix, a química entre os protagonistas ultrapassou a ficção. "Eles flertavam o tempo todo. Não sabíamos mais se estávamos no filme. Viveram uma história extraordinária", relembrou o diretor.

Lançado originalmente em 1986, Betty Blue se tornou um fenômeno cult e foi o oitavo filme de maior bilheteria daquele ano na França. A obra também conquistou reconhecimento internacional, recebendo indicações ao Oscar e ao BAFTA de Melhor Filme em Língua Estrangeira em 1987.

Em 2000, o longa ganhou uma versão do diretor com 185 minutos — cerca de uma hora a mais que o corte original — aprofundando a espiral de loucura de Betty, seu desejo de maternidade e ampliando o arco de Zorg, incluindo vinhetas solo inéditas. Ainda não se sabe qual versão será exibida nos cinemas.

Rolling Stone Brasil Rolling Stone Brasil
Compartilhar

Comentários

As opiniões expressas nos comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do Terra.

Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra