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Bienal de São Paulo anuncia Amanda Carneiro e Raphael Fonseca como curadores-chefes da 37ª edição

Evento, que contará pela primeira vez com dois brasileiros no cargo, é previsto para o segundo semestre do ano que vem, no Parque Ibirapuera

29 abr 2026 - 09h46
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A Fundação Bienal de São Paulo anuncia nesta terça-feira, 28, os curadores-chefes da 37ª edição da Bienal de São Paulo. Previsto para ocorrer no segundo semestre do próximo ano, no Parque Ibirapuera, o evento vai contar com um modelo curatorial completamente brasileiro, com Amanda Carneiro e Raphael Fonseca.

A dupla foi escolhida após um comitê de seleção curatorial conduzido pela Fundação Bienal. Amanda Carneiro é curadora do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp) desde 2018, onde organizou mostras como Santiago Yahuarcani (2026); Hulda Guzmán (2025); e Abdias Nascimento (2022). Ela ainda foi organizadora artística da 60ª Exposição Internacional de Arte da Bienal de Veneza, de 2024.

Já Raphael Fonseca é curador de artes visuais da fundação Culturgest, com sedes em Lisboa e no Porto, em Portugal, e do Pavilhão de Taiwan na 61ª Exposição Internacional de Arte da Bienal de Veneza deste ano. Além disso, também é curador at large de arte moderna e contemporânea latino-americana no Denver Art Museum, nos Estados Unidos, cocurador do festival Sequences, em Reykjavík, na Islândia, previsto para o próximo ano, e integra o grupo curatorial da 3ª Counterpublic Triennial.

Registro da 36ª Bienal de São Paulo, que ocorreu no ano passado.
Registro da 36ª Bienal de São Paulo, que ocorreu no ano passado.
Foto: Felipe Rau/Estadão / Estadão

É a primeira vez que dois curadores brasileiros assumem, juntos e em paridade, a liderança artística do evento. "É uma decisão que nasce de um processo de seleção criterioso, coletivo e de uma convicção clara: de que existe, no Brasil, uma geração curatorial com o talento, a experiência e a visão necessários para manter a Bienal de São Paulo no centro do debate artístico do nosso tempo", comenta, em nota, Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo.

A Bienal de São Paulo é considerada o maior evento de arte da América Latina. No ano passado, o projeto curatorial do evento teve como tema Nem todo viandante anda estradas — Da humanidade como prática, inspirado por Conceição Evaristo e idealizado pelo camaronês Bonaventure Ndikung. Ele trabalhou com uma equipe de cocuradores composta pela marroquina Alya Sebti, a suíça Anna Roberta Goetz e os brasileiros Thiago de Paula e Keyna Eleison.

Estadão
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