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 O Soldado do Futuro
é pancadaria do começo ao fim

Kurt Russel não se cansa de viver o durão indestrutível
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Em um futuro não
muito distante, os humanos são selecionados ao nascer para desempenhar
funções pré-determinadas - cientistas, professores
e soldados. Em O
Soldado do Futuro, de Paul Anderson, o
fortão Kurt Russel vive Todd, uma verdadeira máquina de
matar interplanetária, que se descobre obsoleto diante de uma nova
raça de soldados geneticamente perfeitos.
Jogado em um planeta-lixeira pelo próprio comandante Church (Gary
Busey), e pelo terrível Coronel Mekum (Jason Issacs), Todd trava
um combate encarniçado com um modelo da nova raça, Caine
607(Jason Scott Lee). "Ferido, mas ainda vivo", Todd renasce
para lutar ao lado dos bonzinhos que encontra no tal planeta - uma mãe
carinhosa (Connie Nielsen), seu companheiro temporário (Sean Pertwee)
e o doidinho Jimmy Pig (Michael Chiklis).
Cenas de combate delirantes não melhoram em nada o roteiro capenga,
escrito por ninguém menos que David Webb Peoples, roteirista do
clássico da ficção científica Blade Runner,
de Ridley Scott, de Os Doze Macacos, de Terry Gilliam, e do western
Os Imperdoáveis, Oscar de Melhor Filme em 1992.
O que aconteceu com ele?
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