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Paradoxo da Espanha: condena a guerra, mas EUA não precisam pedir permissão para usar suas bases no país

9 mar 2026 - 09h15
(atualizado em 10/3/2026 às 09h15)
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Foto: Xataka

Paradoxo da Espanha: condena a guerra, mas EUA não precisam pedir permissão para usar suas bases no país

https://www.xataka.com/magnet/europa-ha-abierto-sus-bases-eeuu-ataque-iran-espana-condena-eeuu-no-necesita-preguntarle-para-usar-sus-bases

https://i.blogs.es/925282/22664585965_aa4a6308d4_k/1200_800.jpeg

Em 1953, no auge da Guerra Fria e durante um período de isolamento internacional, a Espanha assinou os chamados Pactos de Madri com os Estados Unidos, um acordo que abriu caminho para a instalação de bases militares americanas em território espanhol em troca de ajuda econômica e militar. Essa decisão, tomada em um contexto geopolítico completamente diferente, acabou se tornando um dos pilares mais duradouros da relação bilateral e um elemento estrutural da arquitetura defensiva ocidental no sul da Europa.

Rota, Morón e um Retorno

A operação conjunta dos EUA e de Israel contra o Irã colocou novamente as bases de Rota e Morón no centro do tabuleiro estratégico. Destróieres permanentemente estacionados em Cádiz navegaram em direção ao Mediterrâneo Oriental, aeronaves de transporte estratégico e navios-tanque decolaram para a região, e o sistema Aegis, implantado nos navios da classe Arleigh Burke, atuou mais uma vez como escudo antimíssil.

Rota não é uma base qualquer: faz parte do componente naval do escudo antimíssil da OTAN e, na prática, serviu em diversas ocasiões como reforço direto da defesa de Israel contra ataques iranianos. Longe de diminuir, a presença dos EUA se ...

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