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Galaxy A15 5G x Redmi Note 13 5G: qual 5G barato comprar?

Veja o comparativo dos celulares de entrada 5G para saber se é melhor investir no smartphone da Samsung ou no da Xiaomi

21 abr 2024 - 16h01
(atualizado em 22/4/2024 às 12h18)
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Galaxy A15  e Redmi Note 13 são dois dos smartphones 5G mais baratos disponíveis no mercado brasileiro. Apesar de ambos possuírem uma variante 4G, as especificações são praticamente as mesmas. Mas em um combate direto, qual dos dois vale mais a pena como intermediário baratinho? Comparamos para ver.

Foto: Victor Lenze/Canaltech / Canaltech

Design e construção

Visualmente bastante diferentes, o Galaxy A15 5G e o Redmi Note 13 5G não fogem muito de um celular intermediário mais básico. Ambos possuem construção em plástico nas laterais e traseira, e vidro na frente protegendo a tela.

Já os detalhes de design variam entre os dois modelos. O Samsung tem câmeras cravejadas na traseira, enquanto o Xiaomi traz um módulo quadrado com quinas arredondadas. Ambos possuem três câmeras, sobre as quais veremos mais para a frente.

E aí entram algumas curiosidades: o Redmi Note 13 5G tem tela maior, mas dimensões bem próximas do Galaxy A15 5G. É, inclusive, menos largo, enquanto a altura tem apenas 1 mm de diferença. Isso indica que as bordas da tela são menores, o que se comprova com a proporção tela/corpo: 88,8% contra 84,3% do Galaxy.

Galaxy A15 5G, à esquerda, e o Redmi Note 13 5G, à direita (Imagens: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Galaxy A15 5G, à esquerda, e o Redmi Note 13 5G, à direita (Imagens: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Foto: Canaltech

Outra vantagem do modelo da Xiaomi é a presença da certificação IP54, que confere resistência a poeira e respingos d'água. Não é a melhor das proteções, mas já é melhor que o Galaxy A15 5G, que não oferece nada.

Tela

  • Galaxy A15 5G: Super AMOLED de 6,5 polegadas Full HD+ (1080 x 2340 pixels), 90 Hz;
  • Redmi Note 13 5G: AMOLED de 6,67 polegadas Full HD+ (1080 x 2400 pixels), 120 Hz.

As diferenças nas telas dos dois aparelhos é ainda menor do que no design e construção. Ambos possuem o mesmo tipo de painel, com brilho intenso e contraste marcante, além de cores vívidas. A taxa de atualização é que muda, sendo de até 90 Hz no Galaxy A15 5G e 120 Hz no Redmi Note 13 5G.

O nível de brilho máximo é divulgado com medições diferentes por cada fabricante. Mas uma checagem em laboratório feita pelo GSMArena traz uma resposta comparável para ambos.

A partir disso, vemos que o A15 5G alcança 363 nits no modo manual, contra 488 nits do Note 13 5G. Já no modo de brilho automático, o modelo da Samsung salta para 786 nits, enquanto o da Xiaomi consegue marcar 991 nits. Ou seja, o Redmi tem brilho máximo ligeiramente superior ao seu concorrente deste comparativo.

Configuração e desempenho

  • Galaxy A15 5G: MediaTek Dimensity 6100+ Octa-core (até 2,2 GHz), Mali-G57 MC2;
  • Redmi Note 13 5G: MediaTek Dimensity 6080 Octa-core (até 2,4 GHz), Mali-G57 MC2.

No papel, os chips 5G da MediaTek de Galaxy A15 e Redmi Note 13 podem parecer iguais, mas há algumas mudanças sutis. A velocidade máxima do processador é uma delas, visto que o celular da Xiaomi tem frequência maior nos núcleos de desempenho.

E isso, segundo o AnTuTu, faz uma grande diferença. O modelo da Samsung somou cerca de 380 mil pontos no teste de benchmark, contra mais de 450 mil pontos do concorrente. É uma diferença considerável, e não se dá apenas pelos dois núcleos de desempenho.

Redmi Note 13 5G tem vantagem considerável na pontuação do AnTuTu sobre o Galaxy A15 5G (Imagem: Felipe Junqueira/Canaltech)
Redmi Note 13 5G tem vantagem considerável na pontuação do AnTuTu sobre o Galaxy A15 5G (Imagem: Felipe Junqueira/Canaltech)
Foto: Canaltech

A Xiaomi conseguiu otimizar melhor seu dispositivo para entregar mais em todos os outros quesitos: GPU, memória e interface. Em todos, o Redmi Note 13 5G teve pontuação maior, variando de 8 mil pontos até 32 mil pontos em memória.

Porém, vale mencionar que o Canaltech testou o Galaxy A15 5G na versão de 4 GB de RAM, enquanto o Redmi Note 13 5G tinha 8 GB. Isso pode explicar toda essa diferença. Mesmo assim, são mais de 20 mil pontos de vantagem em interface, 13 mil em CPU e 8 mil em GPU. Vitória para o Redmi Note 13 5G em todos os quesitos.

E, sim, isso impacta no uso do dia a dia e pode ser notado por alguns usuários com olhos mais treinados. Ainda assim, no geral, ambos entregam a experiência que se espera de intermediários baratinhos e não decepcionam no uso mais comum, com redes sociais e jogos casuais.

Recursos e conectividade

Ivo Meneghel Jr/Canaltech
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Foto: Canaltech
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Enfim, chegamos a um quesito no qual o Galaxy A15 5G consegue alguma vantagem sobre seu concorrente. A Samsung promete até quatro anos de atualizações do sistema operacional para o aparelho, que assim pode chegar até o Android 18. A Xiaomi não revela sua pretensão com atualizações, e costuma mudar versão da interface MIUI sem alterar o Android por baixo.

De resto, não há muito o que falar dos sistemas. Cada empresa tem seus recursos únicos ou versões do que é oferecido nas outras. É uma questão muito mais de gosto pessoal, e não entrarei em debate aqui por isso.

Mas tem o que falar sobre conectividade. Ambos suportam o 5G e têm Wi-Fi 5 de banda dupla, além de Bluetooth 5.3. Também oferecem NFC para pagamento por aproximação, além de conector USB-C e P2 para fones de ouvido.

Os dois também usam sistema de som mono. A vantagem do Redmi Note 13 é o infravermelho, que permite usar o celular como controle remoto.

Câmeras

  • Galaxy A15 5G: 50 MP (f/1.8, principal) + 5 MP (f/2.2, ultrawide) + 2 MP (f/2.4, macro); 13 MP (f/2.0, frontal);
  • Redmi Note 13 5G: 108 MP (f/1.7, principal) + 8 MP (f/2.2, ultrawide) + 2 MP (f/2.4, profundidade); 16 MP (f/2.4, frontal).
Bruno Bertonzin/Canaltech
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Foto: Canaltech

Os conjuntos de câmera são pontos positivos em ambos os modelos. O sensor principal consegue registrar um bom nível de texturas, mas pode falhar um pouco na faixa dinâmica, especialmente em cenários mais desafiadores. Ainda assim, considerando a faixa de preço abaixo de R$ 1.000, são fotos de ótima qualidade.

Como lentes complementares, ambos ainda possuem uma ultrawide, cuja qualidade é bem interior. O Galaxy A15 5G ainda tem uma macro de 2 MP, que até tira boas fotos, mas precisa de muita iluminação para ficar boa. Já o Redmi Note 13 tem um sensor de profundidade, que serve para o modo retrato.

As selfies de ambos também são bem satisfatórias, com resultados perdendo qualidade conforme a iluminação fica mais escassa. Para fotos de registros ocasionais, os dois celulares estão muito bons.

Bateria

  • Galaxy A15 5G: 5.000 mAh, recarga com fio até 25 W;
  • Redmi Note 13 5G: 5.000 mAh, recarga com fio até 33 W.

Apesar de terem a mesma capacidade de carga, os celulares deste comparativo têm autonomia um pouco diferente. O Galaxy A15 5G conseguiu um tempo maior, com expectativa de 23 horas. Já o Redmi Note 13 5G ficou com previsão de durar quase 21,5 horas.

Mas, o teste padrão do Canaltech é mais exigente que a média de uso brasileira. Assim, podemos considerar que ambos aguentam mais de um dia longe da tomada. Nenhum deles chegaria a dois dias, pois nossa experiência é de que um aparelho que dure 18 horas no teste aguenta um dia. E eles passam pouco desta marca.

Autonomia estimada de Galaxy A15 5G e Redmi Note 13 5G comparada a outros concorrentes
Autonomia estimada de Galaxy A15 5G e Redmi Note 13 5G comparada a outros concorrentes
Foto: Canaltech

A recarga já traz a vantagem de novo para o Redmi Note 13 5G. O aparelho suporta 33 W e já vem com carregador desta potência na caixa. O celular da Xiaomi preenche 29% em 15 minutos, e 50% em meia hora, partindo de 0%. Para chegar a 100%, ele demora uma hora e 15 minutos.

Por sua vez, o Galaxy A15 5G vem com um carregador de 15 W na caixa. Cronometramos cerca de duas horas para a carga completa com este adaptador de parede. Se você conseguir um de 25 W, consegue ganhar cerca de 40 minutos para fazer o preenchimento completo.

Galaxy A15 5G ou Redmi Note 13 5G: qual vale a pena?

O Redmi Note 13 5G fica à frente do Galaxy A15 5G na maior parte dos quesitos. Só perde em bateria, com duração ligeiramente menor, e nas câmeras, em que podemos considerar um empate. Ambos são bons para a categoria.

Mas, e os preços? O celular da Xiaomi pode ser encontrado por menos de R$ 1.100, com 6 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento. O da Samsung custa menos de R$ 1.000, mas tem 4 GB de RAM, repetindo o armazenamento.

Além disso, o Redmi Note 13 tem esse preço junto a importadores. Ou seja, nada de garantia de 12 meses, você fica refém de três meses e ainda depende do site onde comprar para o vendedor cumprir tal regra.

É um risco que muitos preferem tomar. Eu não correria, já que o A15 5G é quase tão bom, mais barato e tem a garantia de 12 meses da Samsung no Brasil. A escolha é sua, eu só posso fazer uma sugestão.

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