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Como funciona o Kindle | Famoso e-reader da Amazon

O Kindle é o leitor de livros digitais da Amazon que está à venda no Brasil há bastante tempo, mas que está ganhando popularidade por aqui aos poucos

12 abr 2024 - 13h06
(atualizado às 17h36)
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Apesar de ser um nome pouco popular, o Kindle é um dispositivo que tem mais de 10 anos de vida. Lançado em 2007, o leitor de livros digitais da Amazon está em sua décima geração e é considerado um dos melhores do seu segmento, com poucos concorrentes. Conheça a seguir alguns detalhes sobre o e-reader Kindle.

Foto: Divulgação/Amazon / Canaltech

Kindle tem tela e-ink

Para fazer com que o conteúdo mostrado na tela se pareça com um livro físico, a Kindle usa uma tecnologia de display chamada de e-ink. Essa solução usa partículas transparentes de carga positiva, e pretas de carga negativa, que reagem por meio de impulsos elétricos para mostrar a informação certa em cada parte do display.

Trata-se de uma tecnologia completamente distinta do que é visto em celulares, que costumam trazer pixels coloridos com a capacidade de acender quando necessário (como pequenas "lâmpadas", por exemplo).

Kindle tem tela que imita percepção do papel (Imagem: Divulgação/Amazon)
Kindle tem tela que imita percepção do papel (Imagem: Divulgação/Amazon)
Foto: Canaltech

Essa distinção dá uma vantagem muito clara para o Kindle: a duração de bateria. O e-ink gasta carga apenas durante os impulsos elétricos para movimentação das partículas, em vez dos celulares que precisam estar acesos durante todo o tempo de leitura.

A economia de energia é ainda mais alta quando se considera que o Kindle dispensa qualquer tipo de retroiluminação, já que seu conteúdo (ou seja, as partículas pretas na tela) pode ser visto apenas com a luz que vem do ambiente. No entanto, diversos modelos também contam com iluminação própria, que é necessária para leitura no escuro.

Como ler livros no Kindle

Para usar um Kindle, naturalmente é preciso ter um livro digital. Ele pode ser obtido por meio de compra na loja oficial da Amazon, ou por meio de download externo de arquivos com formato PDF, DOC, EPUB e diversos outros.

E-reader gasta menos energia, e dispensa retroiluminação em ambientes claros (Imagem: Divulgação/Amazon)
E-reader gasta menos energia, e dispensa retroiluminação em ambientes claros (Imagem: Divulgação/Amazon)
Foto: Canaltech

Em geral, é mais simples comprar os livros na loja, que contém vários títulos de diferentes gêneros. Com a conta da Amazon, é possível realizar a compra com apenas um clique, e o arquivo correspondente ao livro será adicionado automaticamente à livraria virtual do Kindle associado à mesma conta.

Além disso, a Amazon também tem o serviço chamado Kindle Unlimited, com uma assinatura que dá acesso a um grande catálogo sem a necessidade de compras individuais. Ou seja, é basicamente a mesma diferença entre comprar um filme ou assinar um serviço de streaming, por exemplo.

Há ainda o Prime Reading, que é um dos benefícios inclusos no Amazon Prime — assim como o frete grátis e acesso ao Prime Video. O Reading conta com um acervo menor em comparação com o Unlimited, mas traz a vantagem de ter revistas disponíveis, como, por exemplo, a Veja e a Superinteressante.

Kindle Unlimited dá acesso a grande catálogo por meio de assinatura (Imagem: Divulgação/Amazon)
Kindle Unlimited dá acesso a grande catálogo por meio de assinatura (Imagem: Divulgação/Amazon)
Foto: Canaltech

A transferência de arquivos externos para o Kindle também acontece por meio de um processo relativamente simples. Com um cabo USB que seja compatível com o produto (ou seja, com micro USB ou USB-C, dependendo da versão), basta conectar o produto a um computador ou notebook.

Os arquivos em PDF ou outros formatos compatíveis devem ser colocados na pasta "documents", presente no diretório do Kindle. Depois de o Kindle ser desconectado, os novos livros estarão disponíveis na biblioteca dele.

Também é possível enviar arquivos para o Kindle por meio de celular, compartilhando os documentos por meio do aplicativo Kindle disponível para Android ou iOS. Outra alternativa é mandar o livro por email, usando como destinatário uma conta Kindle associada a cada perfil de usuário, cujo endereço pode ser achado nas configurações da conta da Amazon.

Modelos de Kindle à venda no Brasil

No momento, existem quatro modelos de Kindle à venda no país:

  • Kindle 11ª geração: o modelo mais leve e compacto, com tela antirreflexo de 6 polegadas, armazenamento interno de 16 GB e iluminação com quatro LEDs
  • Kindle Paperwhite: se diferencia por ter uma tela maior de 6,8 polegadas, resistência IPX8 contra água em mergulhos de 2 metros/60 minutos, e iluminação com 17 LEDs espalhados pelo display
  • Kindle Paperwhite Signature Edition: se distingue do Paperwhite por ter 32 GB de armazenamento interno
  • Kindle Oasis: se diferencia do Paperwhite por ter tela maior de 7 polegadas e iluminação com 25 LEDs, além de contar com botões físicos de virada de página em sua estrutura

Curiosidades sobre o Kindle

Com mais de 10 anos de história, o Kindle tem um legado de altos e baixos que foram responsáveis por tornar a cultura dos leitores de livros digitais popular e acessível. Abaixo estão algumas curiosidades que marcaram essa trajetória:

  • O primeiro Kindle foi lançado em 19 de novembro de 2007;
  • Em 2011, a Amazon lançou o Kindle Fire apenas nos EUA, um tablet com tela LCD colorida que rodava um sistema operacional próprio. Foi um fracasso em vendas;
  • Até sua terceira geração, o Kindle contava com um teclado físico completo e um touchpad voltados para digitação e navegação;
  • O Kindle mais básico, de entrada, passou 9 anos sem contar com iluminação da tela. A décima geração, no entanto, trouxe o recurso ao modelo;
  • A Lab 126 foi criada em 2004 com o objetivo de desenvolver produtos revolucionários para a Amazon. Dos números que formam o nome, o "1" é a letra "A" e o "26" representa a letra "Z" no alfabeto;
  • O primeiro codinome do Kindle era Projeto Fiona;
  • O Kindle 5, de 2012, foi o primeiro a chegar no Brasil.

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