A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), órgão ligado à secretaria municipal de Transportes de São Paulo, está estudando pelo menos 10 possibilidades de ampliação no sistema de rodízio de veículos na capital. Segundo a secretaria, as mudanças devem ser anunciadas até a metade de junho. Para chegar a uma reforma ideal, técnicos da CET estão analisando simulações baseadas em três fatores: o aumento no tempo em que os carros não poderão circular, a ampliação da área onde a proibição vigora e o número de placas impedidas de rodar. O novo modelo de rodízio a ser proposto pela CET será analisado pela prefeitura, que estudará os impactos técnicos e políticos que o plano poderá causar na população. Além de analisar índices de popularidade da nova medida, a administração quer averiguar se, a exemplo do que aconteceu na capital mexicana, os motoristas não iriam comprar carros reservas (geralmente mais velhos e poluentes) para driblar o rodízio.
Aniversário - Na próxima segunda-feira, quando completa 25 anos, a CET anunciará um pacote de medidas a serem adotadas na capital. Uma portaria que limitará o tráfego de caminhões e outra que proibirá a circulação de cargas perigosas, no horário de pico da manhã, estão entre as mais importantes. De acordo com a secretaria de Transportes, a área de restrição a veículos de grande porte crescerá em mais de 100%. Já o transporte de produtos perigosos será impedido no centro expandido da cidade, das 7h às 10h (a restrição atualmente vale apenas para o período de pico da tarde).
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