Através de um esquema realizado fora da prisão, mas administrado dentro dela, o juiz aposentado Nicolau dos Santos Neto, acusado do desvio de R$ 169 milhões da obra do Fórum Trabalhista de São Paulo, controla seus bens e desvia-os da mira da Justiça com a ajuda de amigos e empresas fantasmas.A cobertura avaliada em cerca de US$ 1,1 milhão em Miami e o Porsche do juiz seriam frutos desse esquema, no caso adquiridos anteriormente, mas que depois do escândalo do caso, ele teria transferido os bens para amigos e empresas fantasmas ligadas a ele.
A informação foi veiculada no Jornal da Globo, que cita ainda nome de um amigo próximo do juiz, Diogo Talochi, que recebeu o Porsche. Talochi é procurador da Chester International Managger, empresa que recebeu a transferência.
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