A Organização Mundial da Saúde, organismo dependente da ONU, com base em Genebra, insistiu hoje que, apesar das notícias veiculadas nos meios de comunicação, nunca houve um estudo que prevê a extinção do gene que faz as pessoas nascerem loiras. Tal estudo afirmaria que até 2202 não haveria mais loiros. Emissoras como a CNN e ABC News chegaram a divulgar a informação.Um comunicado oficial publicado pelo base da ONU, em Nova York, afirma que a OMS "não tem conhecimento de como se originaram tais informações, mas gostaria de insistir em dizer que não tem nenhuma opinião sobre o futuro do loiros".
O suposto estudo dizia que o último loiro da terra deveria habitar a Finlândia, onde concentra a maior parte das pessoas com essa característica. As informações davam conta de que o cabelo dessa cor era conseqüência de um gene recessivo que exige que tanto o pai quanto a mãe o tenham para poder ser transmitido para a próxima geração. Poucas pessoas teriam o gene, pressupondo que ele não sobreviveria muito tempo.
Reuters