Deixou claro no debate democrata na Carolina do Sul que, se os EUA forem atacados, não se esquivará de "uma resposta militar" se apropriada. Pressionou por mais recursos para o combate ao terrorismo no Estado de Nova York e em outras áreas consideradas sob risco de ataque. Apoiou a chamada Lei Patriota de 2001, que garantiu ao governo poderes sem precedentes para investigar suspeitos de extremismo após os ataques de 11 de setembro aos EUA, e votou a favor de sua renovação em 2006
Participa da Comissão do Senado para Segurança Interna e Assuntos Governamentais e argumentou que os recursos para a segurança nacional deveriam ser alocados de acordo com os riscos potenciais de cada área. Pediu ainda cooperação entre os partidos sobre o assunto. Criticou a Lei Patriota, mas votou por sua renovação em 2006
Na campanha e em debates, Giuliani fez várias referências à sua experiência à frente da prefeitura de Nova York depois dos ataques de 11 de setembro de 2001. Ele disse que o fracasso no Iraque trará mais riscos de ataques extremistas nos EUA
Ex-piloto militar capturado durante a Guerra do Vietnã, McCain foi o expoente republicano nos esforços para proibir a CIA de recorrer ao "tratamento cruel, desumano e degradante de prisioneiros", apoiando com sucesso uma lei que proíbe tais práticas. Apoiou a Lei Patriota em 2001 e 2006
Ex-piloto militar capturado durante a Guerra do Vietnã, McCain foi o expoente republicano nos esforços para proibir a CIA de recorrer ao "tratamento cruel, desumano e degradante de prisioneiros", apoiando com sucesso uma lei que proíbe tais práticas. Apoiou a Lei Patriota em 2001 e 2006