Votou pela autorização da invasão em 2003. Ela não se desculpou pela decisão, mas disse posteriormente que, se soubesse na época o que sabe agora, teria agido de maneira diferente. Opôs-se à estratégia de aumentar a presença militar em Bagdá em 2007 e disse que porá fim à ocupação se for eleita presidente
Opôs-se à guerra do Iraque de imediato e disse que "não há solução militar" para a situação no país. Rejeitou a estratégia de aumento da presença militar, dizendo que é hora de uma mudança fundamental de política. Em janeiro de 2007, propôs um plano para uma retirada gradual de tropas, dizendo que é necessário definir um cronograma e alcançar uma solução política para o Iraque
Votou a favor da invasão em 2003, mas disse que hoje lamenta a decisão. Defende uma retirada completa das tropas americanas do Iraque em um período de 12 a 18 meses e disse que, como presidente, poria fim à ocupação. Também abriria diálogo com os países vizinhos do Iraque, inclusive Síria e Irã
Apóia a guerra, dizendo que o Iraque tem que ser visto no contexto de uma ameaça mais ampla aos EUA. Apoiou a estratégia de aumento de tropas de George W. Bush, mas disse que é necessário achar uma forma de avaliar o progresso no Iraque. Opõe-se ao estabelecimento de um cronograma para a retirada
Votou pela invasão em 2003 e disse que as forças americanas devem permanecer no Iraque até que o país possa se defender sozinho. Vem sendo um defensor proeminente da estratégia de Bush para o aumento de tropas no país, embora tenha criticado outros aspectos da condução da ocupação. Advertiu que os planos de retirada de soldados pode provocar um genocídio na região. O senador não acha que conversar com o Irã e a Síria atenda aos interesses dos EUA
Votou pela invasão em 2003 e disse que as forças americanas devem permanecer no Iraque até que o país possa se defender sozinho. Vem sendo um defensor proeminente da estratégia de Bush para o aumento de tropas no país, embora tenha criticado outros aspectos da condução da ocupação. Advertiu que os planos de retirada de soldados pode provocar um genocídio na região. O senador não acha que conversar com o Irã e a Síria atenda aos interesses dos EUA
Apoiou a decisão inicial de ir à guerra, mas criticou sua condução. Defendeu a estratégia de aumento de tropas de Bush e disse que manteria a atual presença militar no Iraque. Defende também o diálogo com os vizinhos do Iraque. De maneira geral, vê o conflito como parte de uma luta mais ampla, em que "jihadistas radicais violentos" desejam substituir governos árabes moderados por um califado e destruir os EUA