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Folha de S.Paulo

Lamarca também foi tratado como líder terrorista pela Folha de S.Paulo de 19/09/71. Não fica claro como morreu o guerrilheiro: em um texto, ele e Barreto são alvejados após abrirem fogo sem ter atendido à ordem de rendição dos militares; em outro, que se alinha à versão mais publicada na época, Lamarca chega a conversar com um agente federal antes de ser morto. No diálogo, ele teria confirmado sua identidade, afirmado que sua mulher e seus dois filhos estavam em Cuba e demonstrado saber que sua amante, Iara Iavelberg, havia se suicidado em Salvador (embora exumação recente do corpo indique que o mais provável é que ela tenha sido assassinada).

foto: Reprodução