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MP recebe denúncias contra Luxemburgo
Segunda-Feira, 04 Setembro de 2000, 19h13
Atualizada: Segunda-Feira, 04 Setembro de 2000, 19h14

Rio - A estudante de direito Renata Carla Moura Alves ex-secretária de Wanderley Luxemburgo, informou à Delegacia de Prevenção e Repressão a Crimes Fazendários da Polícia Federal (PF) que contraiu empréstimos bancários a mando do técnico e que por conta dessas transações, seu nome foi parar no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC). As informações fazem parte do inquérito que apurou as denúncias de sonegação fiscal contra Luxemburgo e Renata e foi enviado ao Ministério Público Federal (MPF).

As informações de Renata sobre os empréstimos foram fornecidas à PF em depoimento prestado no dia oito de abril de 1997 e são referentes a empréstimos feitos junto ao Banco Real (em 1993) e ao Bradesco (em 1995). No depoimento, a ex-secretária contou que os empréstimos foram feitos a mando de Luxemburgo, para que ela tivesse capital suficiente para adquirir, em leilões, os bens que ele determinava. Renata disse ainda à polícia que, por muitas vezes, teve que pagar as parcelas dos empréstimos com seu próprio dinheiro.

A ex-secretária apresentou à polícia uma cópia de uma carta enviada a ela pelo Bradesco, na qual o banco informava que estava enviando seu nome ao SPC, em função do não pagamento da dívida. Segundo o inquérito, o empréstimo contraído junto ao Banco Real teria sido de Cr$ 295.320 e, junto ao Bradesco, de Cr$ 79.830. Em seu depoimento à Polícia Federal, Luxemburgo negou que tenha ordenado Renata a contrair as dívidas.

O técnico contou que, ao contrário, emprestou dinheiro a Renata em algumas ocasiões para que ela "iniciasse uma nova vida", já que vinha tendo problemas com a empresa de estética que mantinha na Ilha do Governador. Ele acusou a ex-secretária de se ter aproveitado dos empréstimos para trabalhar por conta própria arrematando bens que não lhes foram pedidos. Luxemburgo contou ainda que, em algumas ocasiões, chegou a pagar empréstimos contraídos por Renata, também no intuito de ajudá-la.

A leitura do inquérito mostra ainda que foi Renata quem procurou a Delegacia de Proteção e Repressão a Crimes contra a Fazenda para denunciar o técnico - e não foi chamada a depor depois de investigação da Receita Federal, conforme ela havia divulgado. Segundo o inquérito, Renata procurou a PF em setembro de 1996 para apresentar uma notícia de crime, segundo a qual Luxemburgo teria se utilizado dela para arrematar bens públicos, omitindo essas informações à receita.

"Não há registro na literatura criminal de um caso como esse, em que uma pessoa procura a polícia para confessar um crime de sonegação de impostos", ironizou o advogado do técnico, Michel Assef, que pretende sucitar um incidente de insanidade mental de Renata na ação penal. "Ou ela é desequilibrada ou é leviana." Na avaliação do advogado, pode ter havido um "interesse subalterno inconfessável" da parte da ex-secretária para procurar a PF. Ele estranhou ainda que, nesse primeiro momento, a polícia não tenha tomado o depoimento de Renata, mas sim, elaborado um termo de entrevista. "Nunca ouvi falar disso em 35 anos de profissão."

Agência Estado


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