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Google: 7 em cada 10 brasileiros têm intenção de comprar algo na Black Friday

Pesquisa do Instituto Ipsos e encomendada pelo Google mostrou que brasileiros estão otimistas com sua situação financeira e pretendem comprar na Black Friday

29 set 2022 - 21h22
(atualizado em 30/9/2022 às 08h58)
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Uma pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos, encomendada pelo Google apontou que os brasileiros estão otimistas e planejam fazer compras durante a Black Friday. De acordo com o levantamento, 71% dos consumidores pretendem fazer alguma compra durante a data, que ocorre em 25 de novembro, mesmo dia da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo.

O percentual é 16 pontos maior do que o aferido em 2021. De acordo com o levantamento, esse aumento foi impulsionado pela alta na confiança da classe C, estrato social em que a intenção de compra subiu nada menos do que 32% do ano passado para cá. Nas classes A e B, o aumento na intenção de compra foi de 23%.

"Metade dos brasileiros está com seu orçamento comprometido por gastos e dívidas", disse a Diretora de Negócios para o Varejo do Google Brasil, Gleidys Salvanha, durante o evento Black Friday Connections Store. "Ao mesmo tempo, eles estão otimistas em relação a sua situação financeira", apontou a executiva.

Google diz que consumidores devem comprar até cinco itens na Black Friday

A pesquisa mostrou que cada consumidor pretende adquirir, em média, itens listados em cinco diferentes categorias: roupas e acessórios, que lideram as intenções de compras com 47%, seguidas de perto por itens de papelaria, com 43%, calçados, com 38%, celulares, com 36% e eletroportáteis, que são desejados por 33% dos brasileiros.

O desejo por roupas e acessórios pode ter sido impulsionado por dois fatores. Depois de dois anos de pandemia e trabalho quase 100% remoto, esta é a primeira Black Friday que ocorre no que vem sendo chamado de pós-pandemia. Por conta disso, muita gente deve aproveitar a data para renovar seus respectivos guarda-roupas com itens novos.

Foto: (Imagem: Reprodução/CardMapr/Unsplash) / Canaltech

Outra possibilidade é a própria Copa do Mundo. Em um cenário que as camisas de futebol têm se tornado cada vez mais itens de moda e deixado de ser peças de roupa usadas apenas pelos fãs de esporte, o lançamento de pelo menos 64 modelos de camisas, que têm valores mais elevados, pode fazer com que os compradores esperem pela Black Friday para comprar.

"Em tempos de bolso apertado, uma data promocional tem um papel ainda mais importante para viabilizar todos esses desejos do consumidor", defende Salvanha. "Além disso, mesmo em crise, o consumidor não quer abandonar itens não essenciais, já que nesses momentos desafiadores o consumo ocupa um papel de recompensa".

Brasileiro está otimista com suas finanças

Ainda segundo a pesquisa, 88% dos consumidores acreditam que sua capacidade de compra continuará igual ou vai melhorar até o final do ano, enquanto 11% acreditam numa piora da situação. Entre quem espera comprar na data, 89% declarou que vai adquirir algo para si próprio. O levantamento ouviu mil pessoas das classes A, B e C, com acesso à internet.

"Essa será a Black Friday das melhores escolhas para cada consumidor, de acordo com suas necessidades e contexto econômico", disse a líder de Commerce para médias empresas do Google Brasil, Fernanda Bromfman. Nas classes A e B os produtos mais procurados devem ser TVs, celulares e itens de informática, enquanto a classe C deve incluir mais produtos como alimentos e eletroportáteis.

A pesquisa foi apresentada durante o Black Friday Connections Store, um evento promovido pelo Google em São Paulo, que contou com a presença de diversos nomes de diferentes setores. Apenas com mulheres como palestrantes, o vento teve palestras de personalidades como as jogadoras de futebol Cristiane e Adriana Silva, a CEO da startup Figure 8 Thinking, além da Presidente do Conselho do Magazine Luiza e do Grupo Mulheres do Brasil, Luiza Helena Trajano.

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