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Benefícios comprovados pela ciência da amêndoa

19 set 2018
07h11
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Amêndoas são oleaginosas muito populares. Amêndoas são ricas em gorduras monoinsaturadas saudáveis, fibras, proteínas e vários nutrientes importantes. As amêndoas também são ricas em ácido fítico, uma substância que se liga a certos minerais e os impede de serem absorvidos. Enquanto o ácido fítico é geralmente considerado um antioxidante saudável, também reduz ligeiramente a quantidade de ferro, zinco e cálcio que você obtém das amêndoas. Para diminuir o ácido fítico das amêndoas deixe-as de molho na água pelo menos 8h. Amêndoas são ricas em antioxidantes que podem proteger suas células de danos oxidativos, um dos principais contribuintes para o envelhecimento e doenças.

As amêndoas estão entre as melhores fontes de vitamina E do mundo. A ingestão abundante de vitamina E dos alimentos está associada a inúmeros benefícios para a saúde. Elas são extremamente ricas em magnésio, um mineral que muitas pessoas não recebem o suficiente. Alta ingestão de magnésio pode oferecer grandes melhorias para a síndrome metabólica e diabetes tipo 2. Baixos níveis de magnésio estão fortemente ligados à pressão alta, indicando que as amêndoas podem ajudar a controlar a pressão arterial.

Comer um ou dois punhados de amêndoas por dia pode levar a reduções moderadas do colesterol LDL â??ruimâ?, reduzindo potencialmente o risco de doenças cardíacas. O colesterol LDL pode se tornar oxidado, o que é um passo crucial no desenvolvimento de doenças cardíacas. Beliscar amêndoas demonstrou reduzir significativamente o LDL oxidado. Enquanto oleaginosas são pobres em carboidratos, elas são ricas em proteínas e fibras. Estudos mostram que comer amêndoas e outras oleaginosas pode aumentar a saciedade e ajudá-lo a comer menos calorias. Embora as amêndoas tenham muitas calorias, comê-las não parece promover ganho de peso. Alguns estudos sugerem o oposto, mostrando que as amêndoas podem aumentar a perda de peso.

 

Referência

 

Berryman, C. E. ET al. Effects of daily almond consumption on cardiometabolic risk and abdominal adiposity in healthy adults with elevated LDL-cholesterol: a randomized controlled trial. J Am Heart Assoc.  2015 Jan 5;4(1):e000993. 

Jaceldo-Siegl, K. et al. Tree nuts are inversely associated with metabolic syndrome and obesity: the Adventist health study-2. PLoS One.  2014 Jan 8;9(1):e85133.

Mattes, R. D. The energetics of nut consumption. Asia Pac J Clin Nutr.  2008;17 Suppl 1:337-9.

 

Estadão

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