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Aprenda a decifrar os rótulos de alimentos industrializados

Comprar comida pronta pode facilitar o dia a dia, mas é preciso ficar atento às informações dos complicados rótulos

6 nov 2018
12h27
atualizado às 12h54
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Ao olhar para as tabelas de ingredientes e valores nutricionais de alguns produtos no supermercado, você entende o que cada item significa? Você sabe como ler rótulos de alimentos industrializados? Então nós damos algumas dicas para que, assim, você tenha a compreensão sobre aquilo que você está ingerindo. Confira!

Aprenda a decifrar os rótulos de alimentos industrializados
Aprenda a decifrar os rótulos de alimentos industrializados
Foto: ( Reprodução/Pexels) / Sport Life

Como ler rótulos de alimentos industrializados

Para se determinar o valor calórico dos alimentos, a gramatura dos açúcares é multiplicada por 4. Para a quantidade de gordura, os gramas são multiplicados por 9, resultando em um valor calórico elevado e muito maior do que os carboidratos. Vale ressaltar que a gordura vegetal presente em vários alimentos é extremamente nociva à saúde humana.

Outro ingrediente dessa lista é o sódio, utilizado para conferir sabor aos alimentos, e como método de conservação aliado ao carboidrato e à gordura. Por isso, cuidado: mais do que 100 mg por porção passa a ser prejudicial para a saúde.

Em nossa legislação, a recomendação de consumo de carboidratos é muito superior a de gorduras e sódio. Além do valor calórico das gorduras ser maior. Assim, em uma tabela nutricional, o percentual do valor diário muitas vezes será mais alto que o de açúcares, confundindo o consumidor.

Sendo assim, não há necessidade de cortarmos radicalmente produtos industrializados: é possível consumi-los com mais equilíbrio, visto que a praticidade pode falar mais alto no dia a dia.

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Foto: Reprodução/Pexels / Sport Life

Industrialização

Há muito tempo, quando havia baixa produção de alimento industrializado para consumo, o desperdício de comida era alto. Isso acontecia porque os mantimentos in natura nãos possuíam conservantes, o que reduzia o tempo de validade. Assim, com o avanço tecnológico, o acesso a comidas frescas diminuiu com a industrialização, que reformulou e lançou muitos artifícios para as iguarias durarem por muito mais tempo.

Entre todas essas novidades químicas, destacamos o açúcar, que ganhou novos nomes: açúcar invertido, xarope de milho, glicose, dextrose, frutose, xarope de guaraná, sacarose, maltodextrina… Tudo isso é açúcar apresentado sob composições diferentes.

Além disso, muitos alimentos com os açúcares citados acima são fontes de carboidrato. A maioria ainda contém altas quantidades de gordura, usada para reduzir a quantidade de sacarose na formulação dos produtos.

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