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Aprenda a interpretar os rótulos dos alimentos

11 mar 2019
07h20
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Saber ler os rótulos, principalmente, em alimentos pode ser uma tarefa complicada. Mas é possível, especialmente, para quem não está familiarizado com os atributos de cada nutriente ou com a linguagem utilizada pelas empresas e exigida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Algumas dicas ajudam nessa tarefa.

A principal é atentar-se às informações presentes tanto na tabela nutricional, como na lista de ingredientes. As duas são importantes e não podem ser dissociadas. Para entender o que um alimento oferece, é preciso levar em conta essas duas fontes de informação.

Conhecer alguns truques ? como o fato de que a lista de ingredientes está em ordem decrescente (do item em maior quantidade, para o em menor) ? ajuda na hora de escolher o que levar para casa, por exemplo.

Nomenclatura

Algumas, além de pouco conhecidas, podem assustar os consumidores, fazendo-os pensar que os produtos possuem muitos ingredientes desconhecidos. Muitas vezes, no entanto, acabam sendo apenas nomes técnicos, exigidos pela Anvisa.

A vitamina C, por exemplo, aparece com o nome de ácido ascórbico, enquanto a vitamina A é chamada de retinol. Já as fibras mais comuns são a polidextrose ou inulina. Outro item simples e bastante presente é a lecitina de soja, utilizado para homogeneizar massas.

Tabela nutricional

Por lei, as empresas precisam declarar as quantidades de carboidratos, proteínas, gorduras, fibras e sódio, além do valor energético presente nos produtos que comercializam. É importante notar, no entanto, que cada tipo de alimento oferecerá maior ou menor quantidade de determinado nutriente.

Iogurtes e queijos, por exemplo, oferecem mais proteínas, cálcio, gorduras (nas versões não desnatadas) e alguns podem conter açúcar ? como é o caso dos iogurtes - enquanto que biscoitos salgados são, por vezes, fonte de fibras.

Estar atento aos nutrientes e ingredientes que compõem os alimentos é essencial para manter uma alimentação equilibrada.

Estadão

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