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Viciada em pornografia assiste a mais de 400 horas de filme

Oghosa Ovienrioba publica vídeos no YouTube para falar sobre o problema e ajudar outras pessoas a superá-lo

9 mar 2015 13h53
| atualizado às 13h54
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Foto: Oghosa Ovienrioba/Facebook/Reprodução

A inglesa Oghosa Ovienrioba, de 22 anos, se recuperou de um vício e agora ajuda outras pessoas a fazerem o mesmo por meio de vídeos no YouTube em que fala sobre o assunto. A sua obsessão por pornografia online começou aos 14 anos. A jovem assistiu a mais de 400 horas de vídeos de conteúdo adulto, chegando a se masturbar seis vezes por dia. “Muitas pessoas acham que meninas não podem ter vício em pornografia, mas é um problema para ambos os sexos”, disse. Os dados são do jornal Daily Mail.

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Oghosa contou que foi muito fácil acessar pornografia pela internet quando era adolescente. “Foi por curiosidade e bastava uma simples busca no Google para ver um filme adulto”, comentou. “Quando assisti, minha reação foi de choque. Mas, gradualmente, ao longo do tempo, o choque se tornou excitação e via qualquer pornô que chegasse a minhas mãos.”

O vício foi brevemente interrompido quando teve um relacionamento de seis meses aos 18 anos. Mas, quando entrou na universidade e estava solteira, tudo voltou e só se intensificou. “Estava em uma universidade e sozinha em uma nova cidade. Por um período de dois a três anos, assistia pornô diariamente e, às vezes, me masturbava até seis vezes por dia. Era tudo no que conseguia pensar”, disse.

Quando completou 21 anos, partiu para o cristianismo e decidiu enfrentar o problema. “Falei com um amigo sobre o meu vício e foi um grande alívio para mim”, lembrou. “Foi um primeiro passo. Como cristã, você tem que ser bastante controlada sobre o que você deixe entrar em seu coração, em termos do que você vê e faz. Então, agora, não leio cenas de sexo em livros e não ouço músicas sensuais.”  

Como parte de seu processo de recuperação, postou um vídeo no YouTube, em fevereiro de 2014, em que revelou seu vício. A resposta das pessoas foi positiva. “Contaram-me como se sentiam sozinhas com seu vício até que viram meu vídeo.”

Oghosa acredita que deve haver restrições de idade para a pornografia online para torná-la menos disponível para as crianças. “É de partir o coração saber que as crianças ainda podem acessar pornografia tão facilmente como eu fiz. Há restrições de idade para beber e fumar, o mesmo deve acontecer com a pornografia”, opinou.

Um porta-voz do Centro de Terapia Psicológica Marylebone, da Inglaterra, disse que a internet tem um enorme impacto sobre a sexualidade humana devido à grande quantidade de conteúdo disponível. “Vício sexual na internet é uma forma de vício sexual e é importante ter alguém com quem conversar sobre seus sentimentos em geral.”

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Fonte: Ponto a Ponto Ideias Ponto a Ponto Ideias
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