1 evento ao vivo

Em seu último dia, Estufa mistura sportswear, anos 1980 e moda étnica

Luciano Huck grava quadro do 'Caldeirão' antes dos desfiles

26 out 2018
09h20
  • separator
  • comentários

No terceiro e último dia de desfiles do projeto Estufa, iniciativa dedicada aos jovens talentos da moda, teve gravação de quadro do programa de Luciano Huck, uma coleção de perfume étnico e outra street-esportiva. Aproveitando a estrutura do evento, Huck gravou um dos quadros de seu Caldeirão, apresentando o desfile de um jovem costureiro e estilista de apenas 16 anos, morador de Araquari, Santa Catarina, descoberto por Alexandre Herchcovitch.

Modelo apresenta criação de Victor Hugo Mattos
Modelo apresenta criação de Victor Hugo Mattos
Foto: Agência Fotosite/Divulgação / Estadão Conteúdo

Assistido da primeira fila pelos "padrinhos" Alexandre e Luciano, Rafael Bueno fez uma apresentação redondinha. Mostrou looks de ombros marcados que lembravam Klaus Nomi, exibiu tanto vestidos fluidos quanto outros mais estruturados, com bordados e recortes. Foi legal, emocionante até - especialmente a entrada do estilista comovido.

Voltando à programação normal, foi a vez de Victor Hugo Mattos estrear no evento. Estilista, cenógrafo e diretor de arte carioca, suas peças, performáticas e carregadas de drama, vestem nomes como as cantoras Iza e Pabllo Vittar. No desfile, destacam-se os adereços de cabeça e os colares maximalistas, assim como as roupas com aplicações de pedrarias que passeiam por um território que mistura referências étnicas, street e glamour noturno.

Modelo durante o desfile da Mipinta na São Paulo Fashion Week
Modelo durante o desfile da Mipinta na São Paulo Fashion Week
Foto: Agência Fotosite/Divulgação / Estadão Conteúdo

Formado em moda na Bélgica, Fernando Miró, da marca Mipinta, atualmente estagia no departamento de acessórios têxteis masculinos da Louis Vuitton, área sob a direção artística ed Virgil Abloh. No Estufa, mostrou uma coleção que misturava aviação (Santos Dummont era uma das referências), sportswear e cultura queer.

Na passarela da Mipinta, entram em cena macacões esportivos com náilon de paraquedismo, calças assimétricas, bombers, saias e capas desconstruídas, infladas de ar, num mx bem livre e solto de alfaiataria tradicional com elementos decorativos tradicionais do guarda roupa feminino. Decolou!

Estadão Conteúdo

compartilhe

comente

  • comentários
publicidade
publicidade