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Tops brasileiras desfilam na despedida de Jean Paul Gaultier

23 jan 2020
09h38
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Valentina Sampaio e Lais Ribeiro (Foto: Joy Model/Divulgação)
Valentina Sampaio e Lais Ribeiro (Foto: Joy Model/Divulgação)
Foto: Elas no Tapete Vermelho

Com 50 anos de carreira, o estilista francês Jean Paul Gaultier fez seu último desfile de alta-costura, na quarta-feira (22), na Semana de Moda de Paris. A apresentação de despedida contou com a participação de duas brasileiras na passarela: Valentina Sampaio e Lais Ribeiro.

Lais subiu na passarela com look que remetia aos icônicos figurinos desenvolvidos pela grife para a cantora Madonna, com sutiãs em forma de cone. Vale lembrar que a piauiense marcou presença em outros castings de Jean Paul, com destaque para 2014, quando dançou salsa.

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A top transexual Valentina Sampaio apresentou peça étnica, com assimetria. Os acessórios com pedraria azul chamaram atenção.

Valentina Sampaio e Lais Ribeiro (Foto: Divulgação)
Valentina Sampaio e Lais Ribeiro (Foto: Divulgação)
Foto: Elas no Tapete Vermelho

Jean Paul Gaultier

Jean Paul Gaultier pegou todos de surpresa com o anúncio de sua despedida, publicado no Instagram poucos dias antes da Semana de Moda de Paris começar. O último desfile, com criações de primavera-verão, teve mais de 150 modelos, como Gigi Hadid, Bella Hadid, Coco Rocha, Karlie Kloss, Irina Shayk, além da atriz espanhola Rossy de Palma.

O estilista de 67 anos "coloca sistematicamente em questão os clichês, as normas, os códigos, as convenções e as tradições que ele contorna, desloca, inverte e destrói para melhor reinventá-los", define o seu material de divulgação. Na passarela, pessoas de todos os biotipos e idades, sempre propondo uma multiplicidade de gêneros.

É conhecido também por dar espaço às saias para os homens e por recriar o espartilho. "Ele revitaliza do guarda-roupas de sua avó materna, Marie, os espartilhos do século XX e as cintas modeladoras dos anos 1940. Trabalhando com espartilhos, ele presenteia aquelas mulheres que são privadas dos atributos da feminilidade. Longe de ser um instrumento de tortura emprisionando o corpo feminino, o espartilho encarna, a partir de então, o novo poder do feminino."

Último desfile da carreira de Jean Paul Gaultier (Foto: Joy Model/Divulgação)
Último desfile da carreira de Jean Paul Gaultier (Foto: Joy Model/Divulgação)
Foto: Elas no Tapete Vermelho

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Elas no Tapete Vermelho
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