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Paris: Despedida de Jean Paul Gaultier marca semana de moda

24 jan 2020
07h48
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Valentina Sampaio desfila em Paris (Foto: Divulgação)
Valentina Sampaio desfila em Paris (Foto: Divulgação)
Foto: Elas no Tapete Vermelho

Os desfiles de primavera-verão 2020 da alta-costura da Semana de Moda de Paris acabaram na quinta-feira (23). Um dos momentos mais marcantes foi a despedida das passarelas de Jean Paul Gaultier, ao completar 50 anos de carreira. A apresentação contou com várias tops, como Gigi Hadid e Coco Rocha, além das brasileiras Valentina Sampaio e Lais Ribeiro.

O evento fashion ainda teve Chanel inspirada na época em que a estilista Coco Chanel viveu em um convento. O romantismo da Givenchy, a relação entre feminismo e feminilidade da Dior, e as cores vibrantes da Giorgio Armani Privé também marcaram presença. Confira detalhes:

Jean Paul Gaultier

Último desfile da carreira de Jean Paul Gaultier (Foto: Joy Model/Divulgação)
Último desfile da carreira de Jean Paul Gaultier (Foto: Joy Model/Divulgação)
Foto: Elas no Tapete Vermelho

Jean Paul Gaultier pegou todos de surpresa com o anúncio de sua despedida, publicado no Instagram poucos dias antes da Semana de Moda de Paris começar. O seu último desfile, na quarta-feira (22), teve mais de 150 modelos, como Gigi Hadid, Bella Hadid, Coco Rocha, Karlie Kloss, Irina Shayk, além da atriz espanhola Rossy de Palma. A apresentação contou ainda com a participação de duas brasileiras na passarela: Valentina Sampaio e Lais Ribeiro.

Valentina Sampaio e Lais Ribeiro (Foto: Joy Model/Divulgação)
Valentina Sampaio e Lais Ribeiro (Foto: Joy Model/Divulgação)
Foto: Elas no Tapete Vermelho

Dior

Desfile da Dior (Foto: Dior/Divulgação)
Desfile da Dior (Foto: Dior/Divulgação)
Foto: Elas no Tapete Vermelho

"E se as mulheres dominassem o mundo?" Essa questão, levantada pela artista norte-americana Judy Chicago, serve de inspiração para as criações de alta-costura da Dior para a primavera-verão 2020. Maria Grazia Chiuri continua sua reflexão com a complexidade da relação entre feminismo e feminilidade.

O peplos, túnica dotada de uma modernidade atemporal, se transforma em vestidos de noite. O drapeado acompanha as curvas do corpo e estrutura as silhuetas, como nos paletós acinturados com golas amplas. A grife também se inspirou em representações clássicas das deusas, como Atena. Motivos essenciais desta coleção: ramos de trigo dourados, que relembram a força criativa das mulheres.

Chanel

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A Chanel apresentou desfile com inspiração em parte da história de vida de Coco Chanel, no cenário de um jardim repleto de ervas aromáticas. As peças vieram em tons de preto, cinza e branco, numa referência às roupas das freiras, já que a estilista viveu em um convento quando era adolescente, após a morte da mãe.

Givenchy

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HAUTE COUTURE: 'VITA', designed by @ClareWaightKeller for "Une Lettre d'Amour", the #GivenchyCouture SS20 collection. #GivenchyFamily

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O clima de romance marcou presença no desfile da Givenchy. Clare Waight Keller batizou a coleção de "Une Lettre d'Amour" ("Uma carta de amor" a Hubert de Givenchy, fundador da casa. Vestidos volumosos, alfaiataria com estrutura arredondada, babados, rendas, aplicações de plumas chamam atenção.

Giorgio Armani Privé

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A Giorgio Armani Privé deu espaço para cores vibrantes. Os looks apresentam estampas e bordados com inspiração na técnica de tingimento Ikat, da Indonésia.

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Elas no Tapete Vermelho
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