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Estresse na infância prejudica o cérebro a longo prazo

Estresse na infância aumenta em até quatro vezes o risco de desenvolver distúrbios emocionais na fase adulta

6 nov 2018
12h20
atualizado às 12h45
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É importante que as crianças tenham uma infância calma. O estresse diminui os níveis de bem-estar dos pequenos e os coloca em uma posição de vulnerabilidade. E segundo um estudo apresentado em uma convenção anual de neurociência, o estresse na infância aumenta as chances do desenvolvimento de ansiedade, depressão e dependência química no futuro.

Além das crianças, os bebês também podem ser afetados pelo estresse
Além das crianças, os bebês também podem ser afetados pelo estresse
Foto: Getty Images / Minha Vida

Além das crianças, os bebês também podem ser afetados pelo estresse. Na fase fetal, se a mãe experimentar situações negativas, o organismo pode mudar os nutrientes passados para o feto através do útero, o que aumenta a probabilidade da criança ter autismo e outras desordens psíquicas.

Os cientistas estão buscando formas de solucionar o problema, como inibir os hormônios do estresse ou reconfigurar células imunes do cérebro. Por meio de testes com ratos, eles identificaram que ao renovar as células de imunidade, os sintomas do autismo eram reduzidos.

Através dos experimentos, também foi descoberto que o estresse na infância afeta estruturas que fornecem a sensação de recompensa no cérebro, aumentando nossa vulnerabilidade emocional.

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