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Anvisa proíbe comercialização de chás

Agência alegou falta de registro ou notificação. Outros produtos também foram considerados clandestinos pela fiscalização

12 jan 2018
11h40
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A Anvisa publicou três resoluções proibindo produtos clandestinos e que traziam alegações terapêuticas.

Uma das resoluções foi direcionada à empresa fabricante de substâncias como Melatonina (o hormônio do sono) 5 HTP (substância precursora da serotonina) e Tribulius terrestris (erva daninha que auxiliaria na produção de testosterona).

De acordo com a Anvisa, a empresa não possui autorização de funcionamento e os produtos não têm registro ou notificação da Anvisa. Dessa forma, a Agência qualifica a empresa Eduardo Aparecido de Moraes como clandestina.

Outra proibição foi dirigida ao Laboratório Yaten Ltda. Segundo a Anvisa, a empresa estava comercializando produtos em cápsula como medicamentos, mas sem qualquer registro na Anvisa. Estão incluídos na proibição as substâncias Alcachofra, Cáscara Sagrada, Ginko Biloba, Ginseng, Guaraná, Isoflavona de Soja, Marapuama, Maracujá, Sene e Unha de Gato.

O Chá Amargo Topatudo é a terceira proibição. O produto era fabricado por uma pessoa física e desenvolvido e engarrafado pela Delegacia Sindical dos Artesões de Aquidauana (MS).

Apesar da produção de produtos e alimentos típicos regionais não depender da Aprovação da Anvisa, quando existe alegação medicinal ou terapêutica é necessária aprovação da agência.

Minha Vida

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